A Filó está ficando craque em viagens. É uma lady! Vai tranquila em sua cadeirinha, apreciando a paisagem.
Oops!
A bem da verdade, ela às vezes cansa e quer sair, mas nada que impeça seu bom comportamento. Se descobre algo interessante na paisagem (e para um cachorro 99% do que vê é interessante) logo se distrai.
Mas o que ela gosta mesmo é quando estamos dentro da cidade, com pessoas, outros cães e muito movimento ao redor. Diversão garantida na janela!
Mas quanta diferença do comportamento nas primeiras viagens, quando ficava pulando pelo carro, de colo em colo, no chão, tumultuando todo o caminho. Desta vez, o passeio de carro durou quase 3 horas e foi tudo na mais perfeita paz...
domingo, 29 de abril de 2012
sábado, 21 de abril de 2012
Brincadeira divertida
A Filó é cachorro criado em apartamento. Falta espaço ao ar livre, mas ela descobre brincadeiras em tudo. Pois bem, remexendo no lixo do escritório descobriu uma caixa de leite chocolatado e pronto: diversão garantida! As fotos estão aí para comprovar:
O que as fotos não mostraram foi a sujeira que ficou no puff, que precisou ser lavado para voltar ao seu estado original.
O que as fotos não mostraram foi a sujeira que ficou no puff, que precisou ser lavado para voltar ao seu estado original.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Pub dog
A Dê me enviou este link lá do Canadá, certamente movida pela saudade de sua filhota.
É...
acho que se a Filó fosse uma frequentadora de pubs, agiria da mesma forma.
domingo, 18 de março de 2012
Ah, como é confortável a modernidade!
A viagem da Dê para o Canadá fez com que nossa vida mudasse. Sim, é mesmo no plural: nós todos, humanos e a canina estamos nos adaptando à novas rotinas.
As viagens para Friburgo, por exemplo. Em geral uma vez por mês vamos de malas e bagagens para a serra.
Depois das tentativas frustradas das caixas de transporte animal, aderimos à cadeirinha. E desta vez foi um sucesso, como podem ver pela postura animadinha da Filó em sua cadeira:
É verdade que ao final da viagem, ela já estava semi adormecida e quase derrubada sobre as alças da cadeira. O resultado foi positivo embora no início tenha feito várias tentativas de fuga.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Cinto de segurança
Cinto de segurança para caninos.
Que fofo!
Agora mudamos para uma caixa feita em tecido, com laterais macias e fizemos a estréia no carnaval.
Deu certo: ela adorou, ficou bem quietinha... até um certo ponto. Depois foi enjoando, resmungando, ganindo. Finalmente, terminou a viagem feliz da vida, dormindo ... em cima da caixa!
Para uma primeira viagem foi um resultado positivo, mas pretendo continuar a treiná-la que use a caixa, pois ainda considero mais seguro do que o animal solto no banco, sujeito a se machucar numa freada mais brusca ou numa queda imprevista.
A vidinha da Filó mudou com a viagem da Dê para o Canadá. Ela agora fica mais tempo conosco e já carimbou o passaporte várias vezes no trajeto Rio - Friburgo. Ela bem que gosta - basta ver o carro e já quer entrar. Não enjoa, não late, mas também não para de se mexer - quer olhar a janela e passar de um colo para outro.
Mas, principalmente na serra, devido às curvas, seria bom mesmo ter um cinto de segurança para caninos, pois ela se inclina para um lado e para outro causando a maior confusão . Tentamos levá-la numa caixa para transporte de animais mas ela não gostou nada da ideia. E na verdade não foi mesmo confortável para ela. A caixa é larga, por orientação da veterinária que recomendou um tamanho que permitisse que ela se movimentasse livremente. Nas curvas, com a inclinação natural do carro, ela escorregava e batia nas paredes laterais. Como a caixa é feita de um plástico bem duro, imagino que não estivesse mesmo muito confortável.
Agora mudamos para uma caixa feita em tecido, com laterais macias e fizemos a estréia no carnaval.
Deu certo: ela adorou, ficou bem quietinha... até um certo ponto. Depois foi enjoando, resmungando, ganindo. Finalmente, terminou a viagem feliz da vida, dormindo ... em cima da caixa!
Para uma primeira viagem foi um resultado positivo, mas pretendo continuar a treiná-la que use a caixa, pois ainda considero mais seguro do que o animal solto no banco, sujeito a se machucar numa freada mais brusca ou numa queda imprevista.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Cachorro é demitido por dormir durante assalto a bar
Um cachorro foi aposentado de seu posto de cão de guarda depois de dormir durante o único assalto ao bar onde trabalhou por 12 anos.
Os marginais levaram muito dinheiro e bebidas enquanto Taz, o cão, dormia num canto do bar. Na manhã seguinte ao assalto o proprietário encontrou seu estabelecimento revirado e Taz roncando num canto do salão. Segundo o comerciante, Taz está ficando cego e surdo e por conta disso, optou por aposentar o animal.
Os marginais levaram muito dinheiro e bebidas enquanto Taz, o cão, dormia num canto do bar. Na manhã seguinte ao assalto o proprietário encontrou seu estabelecimento revirado e Taz roncando num canto do salão. Segundo o comerciante, Taz está ficando cego e surdo e por conta disso, optou por aposentar o animal.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Animais...
"Amor não distingue, antes se propaga em círculos concêntricos;
amar os animais é uma espécie de ensaio geral para nos amarmos uns aos outros."
(Carlos Drummond de Andrade)
Quem pode resistir a esta pose? Pura serenidade:
domingo, 29 de janeiro de 2012
O passeio da Filó em Friburgo
A Filó é uma Daschund ou Salsicha. Bem, devo confessar que ela parece uma "salsicha-lata" ou, para ficar politicamente correto, uma "salsicha SRD". É muito meiga com o pessoal de casa mas não gosta de estranhos. Late muito forte e às vezes assusta. mas, costuma ser calminha, não é barulhenta e respeita os móveis da casa. Adora comer e dormir e, é claro, por isso ficou muito gordinha.
Filó veio passar uns dias em Friburgo. logo que chegou, a sua primeira providência foi conhecer a cozinha da casa.
É claro que inspecionou tudo, mas principalmente o preparo das refeições.
Mas o passeio em Friburgo também teve muitas atividades - Filó subiu e desceu escadas o tempo todo, passeou nas ladeiras, fez longas caminhadas conosco.
Adorou a varanda ensolarada. Como vocês sabem, Filó mora em Copacabana, num apartamento que bate pouco sol. Aqui em Friburgo, ela corria para o sol
É claro que depois de tantas caminhadas e ladeiras, ela mereceu uma justa recompensa - um soninho refestelado em muitas almofadas.:
Filó veio passar uns dias em Friburgo. logo que chegou, a sua primeira providência foi conhecer a cozinha da casa.
É claro que inspecionou tudo, mas principalmente o preparo das refeições.
Mas o passeio em Friburgo também teve muitas atividades - Filó subiu e desceu escadas o tempo todo, passeou nas ladeiras, fez longas caminhadas conosco.
Adorou a varanda ensolarada. Como vocês sabem, Filó mora em Copacabana, num apartamento que bate pouco sol. Aqui em Friburgo, ela corria para o sol
É claro que depois de tantas caminhadas e ladeiras, ela mereceu uma justa recompensa - um soninho refestelado em muitas almofadas.:
sábado, 14 de janeiro de 2012
Cães podem sentir a emoção das pessoas
Animais não copiam simplesmente as emoções que estão ao seu redor. Cães podem ficar chateados como uma criança quando criados em um ambiente familiar com brigas. E podem pedir por ajuda no caso de emergências, o que sugere certo grau de percepção e empatia.
Mas não é fácil enganar um cachorro. Em um experimento em que os donos dos animais fingiram um acidente ou um ataque cardíaco, os cães ficaram confusos e não prestaram socorro. Para as pesquisadoras, isso acontece porque o cão tem que sentir outros sinais, como cheiro e sons. Outro estudo mostrou que cachorros usados em terapias são afetados emocional e fisicamente por seu "trabalho", se beneficiando de massagens e outras práticas calmantes.
De acordo com as cientistas, os cães são afetados pelas emoções humanas por que são descendentes dos lobo, caninos sociais, cooperativos e que sentem empatia por outros lobos. A evolução e a domesticação teriam feito com que os cachorros conseguissem sincronizar suas emoções às humanas. Outro motivo seria a seleção artificial, que buscou animais cada vez mais inteligentes – e provavelmente capazes de “entender” melhor as pessoas.
Segundo o Discovery News, mais pesquisas devem ser realizadas para entender a origem do comportamento canino, as diferenças entre raças e a possibilidade de treinamento para essas habilidades emocionais
Fonte
Calcule sua idade em anos caninos
Filó, visitei este site e achei muito interessante: você pode calcular a idade em anos caninos. Basta escrever quantos anos você tem, clicar em "calculate" (o site está em inglês) e pronto! Eu descobri que tenho 406 anos caninos. Já alcancei Matusalém!
Clique aqui
Cães envelhecem 7 anos para cada ano do nosso calendário. Mas, varia em função do tamanho, raça, entre outras particularidades. No caso do daschund fica em torno de 5 para cada ano. Mas, não acredito que para Filó faça a menor diferença porque ela continua a mesma brincalhona desde que nasceu.
E, para calcular a idade do seu cão, use esta tabela:
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
domingo, 4 de dezembro de 2011
Filó
A cachorra estava só na dela. Deitada no sofá, ignorava solenemente a família reunida na mesa de jantar. Bocejava de vez em quando e com os olhos semicerrados, deixava o sono modorrento da noitinha tomar conta do corpo.
No entanto, o cheiro de comida… nossa, que delícia. Levantou ligeiramente a cabeça para avaliar o que acontecia. Caramba, os quatro bípedes da casa estavam realmente devorando um bife! Avaliou a situação e percebeu que não adiantava pedir, iam lhe jogar um pedacinho bem mixuruca ou pior, ração para cachorros!
Virou o corpo na direção da mesa, se espreguiçou e lentamente caminhou para junto da humana que considerava sua dona. Percebendo que ela segurava um pedaço de carne em uma das mãos e deixara um naco no prato, correu e rápida como um raio, saltou em seu colo, abocanhou inteirinho o filé e saiu lépida para devorar a delícia.
Ah, os prazeres de um bom prato!
Mas Filó, em sua gula, acabou se esquecendo completamente do “não”, um comando que homens e cães conhecem há mais de dez mil anos, quando começaram a conviver juntos. E lá se foi para o castigo e ainda por cima sem a sua presa. Tudo bem, pensou, cachorros tem a uma grande vantagem, vivem apenas o presente.
*****
Filó foi invenção da minha filha mais nova quando foi morar sozinha. Um ano depois voltou e tivemos que aprender como conviver com um animal de estimação em um apartamento. A cachorra agora já estava grande e se mostrou muito carinhosa com todos da família. Nunca mais tive um minuto de solidão: basta entrar em casa e lá vem ela dizer que me ama aos pulos, latidos, lambidas e choros.
Segundo os sites especializados, pelo seu porte pequeno os daschunds ou salsichas são uma excelente opção para quem mora em apartamentos, aprendendo com facilidade os hábitos de higiene. Inteligentes, espertos e brincalhões, são excelentes cães de vigia. Convivem bem com crianças e outros animais, mas não costumam fugir de uma briga, caso sejam provocados.
É isso aí! Filó não é uma cachorra bagunceira. Fica sozinha em casa sem reclamar, latir ou destruir móveis. Em compensação, se passar pela frente de uma lata de lixo cheia de comida, não tem perdão, só sossega quando consegue esvaziá-la.
O seu único e grande medo é o banho semanal!
Não sei como, mas a danada sabe que terça-feira é dia de banho e aí, por volta das nove da manhã simplesmente desaparece. Toda a semana é a mesma ladainha. Com a coleira na mão, fico bem quieto para ver se a pego de surpresa. Aí procuro na caminha, no sofá, na poltrona velha e até mesmo dentro de algum guarda-roupas.
Checo embaixo das camas, atrás dos armários, da geladeira, do freezer, do fogão e da máquina de lavar. Grito. Ameaço. Imploro. Já sem saber mais o que fazer ofereço comida. Matou! Basta falar em biscoitinho e a sua cabeça peluda surge com a expressão curiosa de um local completamente improvável. Aí fica fácil, coleira nela e rua para o banho.
*****
Filó já passou duas temporadas aqui em Nova Friburgo, quando sua mãe, perdão, dona, viajou a trabalho. Estranhou muito o frio e empacou na escada que leva aos quartos. Subia sem problemas mas na hora de descer… Por algum motivo, talvez as patinhas curtas da raça, sentia-se insegura e ficava parada lá no alto, piando e chorando até que alguém a levasse para baixo no colo.
Agora imaginem isso, duas, três, dez vezes por dia, inclusive no meio da noite, em pleno mês de julho, quando sair da cama é um sacrifício para qualquer friburguense.
Pois é, felizmente, depois de alguns dias e algum treinamento, a peluda se acostumou e passou a descer a escada sozinha.
Só mesmo parodiando os versos do Poema Enjoadinho do Vinícius de Morais, “cachorros, melhor não tê-los! Mas se não os temos, como sabê-lo?”…
Essa mocinha vai passar um ano morando aqui conosco, com escada, frio e todo o sossego da serra. Minha filha vai estudar no exterior e achou conveniente deixar uma lembrancinha de quatro patas.
Por mim tudo bem, Filó adora quando eu leio para ela os textos que acabei de escrever. E sem jamais reclamar!
Texto e foto: Carlos Emerson Junior
sábado, 19 de novembro de 2011
A moda do Cupcake chegou para cachorros: Pupcake
Filó, morra de inveja: veja só estes "cupcakes", ou melhor "pupcakes".
É um luxo festejar o aniversário assim!
Descobri um site que faz o bolinho e combina com uma miniatura da raça do cachorro. Nossa, mais chique ainda. veja só as fotos:
É claro que trouxe para mostrar aqui a miniatura da Filózinha, feita em resina:
Bem feitinha, não é?
Pra quem se interessar, é só visitar. O nome do site é Pet Wise Market. Clique aqui: Pupcakes Mas, para os desavisados e distraídos, lembro que o preço é em dólar...
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Avião para cães privilegiados
Filó, veja esta novidade:
Agora existe uma empresa dedicada aos animais para transportá-los com classe. Chega de bagageiros, ambientes comfinados, uivos tristes, sedação para viajar!
Seus problemas acabaram! Leia no site: Viagem de avião para cães
Que luxo!
Bem enquanto esta moda ainda é para poucos, recomendo a leitura das regras do bom viajante canino: "Dog dicas" para viagens de avião. Ou ainda, as dicas da TAM
De qualquer modo, mesmo com todo luxo, algumas recomendaçoes precisam ser cumpridas e a primeira delas é consultar o veterinário antes de qualquer viagem.
domingo, 6 de novembro de 2011
sábado, 29 de outubro de 2011
Xô Alergia
Filó, veja esta boa notícia: a Revista Veja (edição 2240) anuncia que está sendo lançado um produto que promete evitar a alergia aos animais domésticos.
Como funciona:
1º) Escovar o animal para remover os pelos soltos.
2º) Aplicar o produto na pele do bicho com um pano umedecido.
3º) Reaplicar semanalmente.
A promessa:
A loção (incolor e inodora) aumenta o peso das partículas, impedindo que flutuem no ar.
Assim, as pessoas alérgicas poderão ter seu animal de estimação sem sofrimento.
Como funciona:
1º) Escovar o animal para remover os pelos soltos.
2º) Aplicar o produto na pele do bicho com um pano umedecido.
3º) Reaplicar semanalmente.
A promessa:
A loção (incolor e inodora) aumenta o peso das partículas, impedindo que flutuem no ar.
Assim, as pessoas alérgicas poderão ter seu animal de estimação sem sofrimento.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
"Vida" - um exemplo de solidariedade canina
Teresópolis tem uma feira de artesanato e roupas montada nos finais de semana na Pracinha do Alto, onde também é feito um trabalho de adoção de cães. Ao chegarem ao local, os organizadores encontraram 12 filhotes abandonados, sendo 8 com aproximadamente 40 dias e 4 deles aparentando apenas horas de nascidos, todos amontoados dentro de uma caixa.
Não se sabia o que fazer nem como dar de mamar aos cachorrinhos: filhotes tão pequenos precisam mamar de duas em duas horas, inclusive à noite.
Foi quando, em dado momento, apareceu uma cadela de rua, castrada e se aproximou dos recém nascidos. Deitou perto da caixinha e começou a tomar conta deles.
Com cuidado, os filhotes foram colocados perto dela, que os acariciava, deixando que se aninhassem. Eles então começaram a mamar e o leite pouco a pouco apareceu. Ela cuida dos bichinhos como se fossem seus filhos.
A cadela, batizada de "Vida", deu um belo exemplo aos humanos.
Não se sabia o que fazer nem como dar de mamar aos cachorrinhos: filhotes tão pequenos precisam mamar de duas em duas horas, inclusive à noite.
Foi quando, em dado momento, apareceu uma cadela de rua, castrada e se aproximou dos recém nascidos. Deitou perto da caixinha e começou a tomar conta deles.
Com cuidado, os filhotes foram colocados perto dela, que os acariciava, deixando que se aninhassem. Eles então começaram a mamar e o leite pouco a pouco apareceu. Ela cuida dos bichinhos como se fossem seus filhos.
A cadela, batizada de "Vida", deu um belo exemplo aos humanos.
sábado, 24 de setembro de 2011
A Sonia mora lá em Itaipaiva e caprichou no registro da pose dos amigos caninos. Pela ordem, seus nomes são:
Tico é o pequeninho, bem atrás.
Bono é o boxer.
Nani Nanica é a daschund peludinha.
Filó morreu de inveja da classe e nobreza dos caninos!
domingo, 18 de setembro de 2011
A menina e seu cão
Não sei se a história é verdadeira mas ...
Reza a lenda que uma criança de 4 anos nos EUA, após a morte de sua cadelinha pediu que os pais escrevessem esta carta:
Querido Deus
O Senhor poderia tomar conta da minha cadela? Ela morreu ontem e está ai no céu com o Senhor. Estou com muitas saudades dela. Fico feliz porque o Senhor deixou ela comigo mesmo que ela tenha ficado doente. Espero que o Senhor brinque com ela.Ela gosta de nadar e de jogar bola. Estou mandando uma foto dela para que assim que a veja, o Senhor saberá logo que é a minha cadela. Eu sinto muita saudade dela.
Um abraço, Meredith
A carta foi selada, envelopada juntamente com uma foto do animal, endereçada para Deus e colocada no correio. E, para surpresa de todos, dias após foi recebido um pacote contendo um exemplar do livro "Quando o animal de estimação morre" e com a seguinte carta:
Reza a lenda que uma criança de 4 anos nos EUA, após a morte de sua cadelinha pediu que os pais escrevessem esta carta:
Querido Deus
O Senhor poderia tomar conta da minha cadela? Ela morreu ontem e está ai no céu com o Senhor. Estou com muitas saudades dela. Fico feliz porque o Senhor deixou ela comigo mesmo que ela tenha ficado doente. Espero que o Senhor brinque com ela.Ela gosta de nadar e de jogar bola. Estou mandando uma foto dela para que assim que a veja, o Senhor saberá logo que é a minha cadela. Eu sinto muita saudade dela.
Um abraço, Meredith
A carta foi selada, envelopada juntamente com uma foto do animal, endereçada para Deus e colocada no correio. E, para surpresa de todos, dias após foi recebido um pacote contendo um exemplar do livro "Quando o animal de estimação morre" e com a seguinte carta:
Querida Meredith,
A Abbey chegou bem ao céu. A foto ajudou muito e eu a reconheci imediatamente.
Abbey não está mais doente. O espírito dela está aqui comigo assim como está no seu coração. Ela adorou ter sido seu animal de estimação. Como não precisamos de nossos corpos no céu, não tenho bolso para guardar a sua foto. Assim, a estou devolvendo dentro do livro para você guardar como uma lembrança da Abbey. Obrigado por sua linda carta e agradeça a sua mãe por tê-la ajudado a escrevê-la e a enviá-la pra mim. Que mãe maravilhosa você tem!! Eu a escolhi especialmente pra você. Eu envio minhas bençãos todos os dias e lembro que amo muito vocês. A propósito, sou fácil de encontrar: estou em todos os lugares onde exista amor.
Com amor, Deus.
Fica o registro, como uma homenagem às crianças e às muitas histórias verdadeiras envolvendo o amor aos animais.
Fonte: Blog Amigos dos animais de Tatuí
domingo, 31 de julho de 2011
Sucki é uma linda peluda que mora no Flamengo.
E aqui, Sucki aproveita os momentos de lazer no solzinho de domingo no Aterro do Flamengo:
A bolinha vermelha é seu brinquedo predileto.
Um beijoCÃO, Sucki!
domingo, 24 de julho de 2011
Harry Potter deixou saudades
A saga Harry Potter chegou ao fim.
E, Filó não poderia deixar de participar, já que sua mãe e sua tia são fanzocas de carteirinha, assistiram todos os filmes na estréia, leram os livros, visitaram o Mundo de Hogwarts em Orlando, choraram, riram e se emocionaram...
E Filó?
Vejam com seus próprios olhos:
E, Filó não poderia deixar de participar, já que sua mãe e sua tia são fanzocas de carteirinha, assistiram todos os filmes na estréia, leram os livros, visitaram o Mundo de Hogwarts em Orlando, choraram, riram e se emocionaram...
E Filó?
Vejam com seus próprios olhos:
domingo, 17 de julho de 2011
Pingo, o cão de um dono e de todos nós
Filó, você não conheceu o "Pingo".
Foi o "nosso" primeiro cachorro. Só não sabiámos disso. Eu que sempre fui apavorada com bichos, aprendi a conviver com o Pingo, na portaria do meu prédio.
Quando nos mudamos para Copacabana, havia um cachorro preto, aspecto de vira latas (ou em definição politicamente correta, sem raça definida) que, apesar de ter um dono, perambulava pelas ruas do Posto 5 na maior desenvoltura.
A maior parte do tempo ele permanecia na porta do nosso prédio, no seu posto de sentinela na calçada, sentado na área externa da portaria, que naquela época não tinha grades à sua volta como hoje. E as pessoas passavam, cumprimentavam o porteiro, quem mais estivesse na portaria e acrescentavam:
- Olá Pingo!
- Bom dia Pingo!
Era um cão sério, que raramente pulava e que mantinha um ar de altivez, paz e responsabilidade na guarda da portaria, nem se mexia. À noitinha, retornava ao apartamento do seu dono.
Às vezes, quando caminhávamos na praia, aproveitando o sol da Avenida Atlântica, esbarravamos no amigo canino. E onde passava tinha sempre alguém que o reconhecia:
- Olá Pingo!
- Você por aqui, Pingo?
Um carinho, um agrado...
Ele? nunca latia, parava com um, com outro ou mesmo seguia em sua caminhada diária. Naqueles tempos, cães podiam andar livremente na praia e nas areias, sem causarem espanto.
Um dia seguimos o Pingo: ele ia seguro pelas ruas do Posto 5 em Copacabana. Ao chegar numa esquina, esperou pacientemente que se juntassem várias pessoas e se posisionou - só atravessou quando todos foram juntos. E aprendemos seu segredo e porque nunca foi atropelado.
Todos os dias, a mesma coisa. E todos já contavam com aquela rotina silenciosa, seus olhos castanhos, brilhantes e amorosos, como um sinal de que tudo estava em paz.
Mas, com o tempo, Pingo foi ficando malhado, seus pelos embranqueceram e sua altivez se modificou. Passou a caminhar menos e quando o fazia, preferia a companhia do seu dono. Numa das ultimas vezes em que o vi, ia carregado no colo para a praia que tanto amava. E, um dia, silenciosamente, Pingo se foi.
Junto com ele, foi um pouquinho de todos nós, que sentimos a falta da sua companhia, cão de um dono, mas cão de todos nós. E, se há um céu dedicado aos cães, tenho certeza de que o Pingo está por lá, numa praia ensolarada, sem carros, com imensa areia branca fresquinha, ondas baixinhas, verdadeiras marolas como ele gostava, onde hoje ele corre, brinca e se esbalda!
Leia mais sobre histórias de cães de muitos donos, aqui.
Foi o "nosso" primeiro cachorro. Só não sabiámos disso. Eu que sempre fui apavorada com bichos, aprendi a conviver com o Pingo, na portaria do meu prédio.
Quando nos mudamos para Copacabana, havia um cachorro preto, aspecto de vira latas (ou em definição politicamente correta, sem raça definida) que, apesar de ter um dono, perambulava pelas ruas do Posto 5 na maior desenvoltura.
A maior parte do tempo ele permanecia na porta do nosso prédio, no seu posto de sentinela na calçada, sentado na área externa da portaria, que naquela época não tinha grades à sua volta como hoje. E as pessoas passavam, cumprimentavam o porteiro, quem mais estivesse na portaria e acrescentavam:
- Olá Pingo!
- Bom dia Pingo!
Era um cão sério, que raramente pulava e que mantinha um ar de altivez, paz e responsabilidade na guarda da portaria, nem se mexia. À noitinha, retornava ao apartamento do seu dono.
Às vezes, quando caminhávamos na praia, aproveitando o sol da Avenida Atlântica, esbarravamos no amigo canino. E onde passava tinha sempre alguém que o reconhecia:
- Olá Pingo!
- Você por aqui, Pingo?
Um carinho, um agrado...
Ele? nunca latia, parava com um, com outro ou mesmo seguia em sua caminhada diária. Naqueles tempos, cães podiam andar livremente na praia e nas areias, sem causarem espanto.
Um dia seguimos o Pingo: ele ia seguro pelas ruas do Posto 5 em Copacabana. Ao chegar numa esquina, esperou pacientemente que se juntassem várias pessoas e se posisionou - só atravessou quando todos foram juntos. E aprendemos seu segredo e porque nunca foi atropelado.
Todos os dias, a mesma coisa. E todos já contavam com aquela rotina silenciosa, seus olhos castanhos, brilhantes e amorosos, como um sinal de que tudo estava em paz.
Mas, com o tempo, Pingo foi ficando malhado, seus pelos embranqueceram e sua altivez se modificou. Passou a caminhar menos e quando o fazia, preferia a companhia do seu dono. Numa das ultimas vezes em que o vi, ia carregado no colo para a praia que tanto amava. E, um dia, silenciosamente, Pingo se foi.
Junto com ele, foi um pouquinho de todos nós, que sentimos a falta da sua companhia, cão de um dono, mas cão de todos nós. E, se há um céu dedicado aos cães, tenho certeza de que o Pingo está por lá, numa praia ensolarada, sem carros, com imensa areia branca fresquinha, ondas baixinhas, verdadeiras marolas como ele gostava, onde hoje ele corre, brinca e se esbalda!
Leia mais sobre histórias de cães de muitos donos, aqui.
sábado, 9 de julho de 2011
Este inverno está friiiiio no Rio de Janeiro
A manta era para enfeitar a cadeira, mas com a temperatura baixa neste inverno carioca, Filó deduziu que daria um bom cobertorzinho para sua soneca diária. E não é que funcionou?
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