quinta-feira, 30 de setembro de 2010

1 X 0 para os cachorros!



Filó, olha só a notícia legal que eu li hoje:


Investigadores de uma universidade norte-americana de Cincinnatti descobriram que ter um cão pode ser benéfico para crianças com alergias, enquanto a posse de um gato pode causar um aumento dramático da sensibilidade alérgica.

A pesquisa consistiu na recolha de dados referentes a 636 crianças que fazem parte de um estudo sobre o ar e a poluição, inquérito esse que tem como objectivo examinar os efeitos de variáveis ambientais na respiração e desenvolvimento de alergias em crianças.


Ou seja: 

Ter um cão produz benefícios 


ainda por cima, 

pode ajudar a reduzir alergias!


Clique aquileia o texto na íntegra e acredite se quizer...

Comemore, Filó !!!



domingo, 26 de setembro de 2010

A comida é minha meta!

Algumas pessoas viajam e voltam com a mala cheia de bobagens compradas no calor da viagem e na empolgação das férias. Quem nunca teve uma camiseta (ou uma quinquilharia) com a inscrição: Estive em... e lembrei-me de você. Na feirinha da nossa querida Friburgo, não faltam lembrancinhas com estes dizeres. 

Pois, Filó eu vi este gif animado e lembrei-me de você. 

E o que mais me chamou a atenção foi a semelhança dos olhos brilhando (e dizem que cachorros não têm expressão) e os rabinhos abanando. No seu caso, tudo fica mais evidente quando o assunto é... 

                            C O M I D A !

Filó não entende ordens, não aprende nada, nem coisas mínimas, como sentar e rolar. Mas, se a comida está em jogo, sua inteligência brilha mais do que seus olhinhos. No outro dia, estávamos nos deliciando com um suco fresquinho de melancia, que por sinal ela adora, mas não encontrávamos seu pratinho. E perguntamos alto:

- Onde está o pratinho da Filó?

Ela imediatamente se animou, puxou o vô e conseguiu mostrar que o pratinho que procurávamos estava embaixo da estante. 

É ou não é uma cahorra prodígio?

Como diz sua mãe Dê:

 " a cachorrinha mais inteligente da face da terra!"  

domingo, 19 de setembro de 2010

Fotos recentes da Filó




Passeio na 5 de Julho em Copacabana numa tarde de sol:


        E esta foi tirada no exato momento em que Filó tentava escrever em seu blog. Mas, por uma questão de alcance de suas patas, desistiu e transferiu esta incumbência para mim.


Fotos: vovô CEJunior

domingo, 12 de setembro de 2010

Cães e pets sofrem com tempo seco



Como hoje eu estava sem nenhuma inspiração para escrever, resolvi reproduzir este testo, bastante oportuno, do site R 7:

A baixa umidade do ar, que colocou em alerta 136 cidades brasileiras e foi recorde em São Paulo nesta sexta-feira (27) - chegando a 12% -, também causa desconforto nos animais e, muitas vezes, afeta a saúde dos pets. O problema é que, presos em casas ou em apartamentos, eles não conseguem, sozinhos, evitar as consequências do tempo seco em suas vidas. Dependem de seus donos, por exemplo, para ter água disponível sempre que estiverem com sede ou com vontade de tomar um bom banho.
Alguns sintomas apresentados pelos animais nessa situação são bastante parecidos com os desenvolvidos pelos humanos, explica a professora Mirela Tinucci Costa, da faculdade de medicina veterinária da Unesp (campus de Jaboticabal).
- Os cães e os gatos, principalmente, podem apresentar irritação e coceira nos olhos, boca seca, dificuldade para respirar  e desidratação. Aves ficam desidratadas muito rapidamente, porque são pequenas. Quanto menor o bicho, mais rápido é o processo de desidratação. É comum também aumentar a incidência de doenças virais, disseminadas por inalação. Algumas, como a cinomose, são extremamente graves. Por isso, é importante manter a vacinação do pet em dia.
Se perceber que os olhos de sua mascote andam irritados ou ressecados, uma boa dica é lavá-los com água filtrada ou soro fisiológico. O mesmo vale para molhar a ponta do nariz, ensina Alexandre Sato, diretor da Sociedade Paulista de Medicina Veterinária.
- Sangramentos nasais são comuns durante a seca, e o risco de bronquite e de pneumonia também cresce entre a população animal.
Segundo a especialista da Unesp, animais idosos ou com a saúde debilitada pedem atenção redobrada. O mesmo vale para espécies que costumam passar parte do dia na água, como tartarugas e cágados. Para todos, o principal risco é a desidratação, que, em níveis acentuados, causa doenças graves, problemas no rim e morte.
- Conforme o organismo se desidrata, o sangue fica mais viscoso. Com o passar do tempo, o coração começa a ter dificuldade para bombear, e surgem problemas de irrigação de tecidos do corpo. Por fim, ocorre a coagulação desse sangue nos vasos de menor calibre.  É a morte iminente.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

7 de Setembro

Um dia da pátria





E não é que Dona Fafá e Dona Filó se recusaram a fazer uma pose qualquer para o Blog ? Mas não faz mal, o importante é que nós três desejamos a todos os leitores e amigos um ótimo Dia da Pátria, seja lá o que isso signifique.

Lembro que o Brasil vai ter sempre o tamanho de seus cidadãos e o nosso crescimento como pessoas educadas, responsáveis e conscientes é fundamental para o desenvolvimento de nosso país.

No final, concordo com as duas: mostrar a cara sorrindo é coisa de político atrás de votos ou justificando seus desmandos nos jornais e televisão. Quem realmente faz, não precisa aparecer. E nem gosta!

Foto: Carlos Emerson Jr. - vulgarmente conhecido como vovô da Filó!
(Praia de Copacabana)

sábado, 4 de setembro de 2010

Fuga hilária!

Este vídeo eu vi no Twitter do amigo da Filó: Pacheco Pafúncio

Recomendo a todos: gargalhadas fazem bem ao espírito.

Um bom feriado para todos!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Se um cachorro fosse seu professor, ele te ensinaria que...


*Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.


*Nunca perca uma oportunidade de ir passear.


*Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.


*Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.


*Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.


*Corra, pule e brinque todos os dias.


*Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.


*Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.


*Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos e deite debaixo da sombra de uma árvore.


*Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.


*Não importa quantas vezes o outro te magoa,não se sinta culpado...volte e faça as pazes novamente.


*Aproveite o prazer de uma longa caminhada.


*Se alimente com gosto e entusiasmo.


*Coma só o suficiente.


*Seja leal.


*Nunca pretenda ser o que você não é.


E o mais importante de tudo....

*Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar.

E NÓS PRECISAMOS APRENDER ISTO COM UM ANIMAL QUE DIZEM SER IRRACIONAL!


NOTA: 
Desconheço o autor deste texto. 
Tomei a liberdade de fazer minhas as suas palavras.

sábado, 21 de agosto de 2010

Cadelinha esperta ... e amorosa!





Mais uma história bacana envolvendo o amor do cão pelo seu dono. 


Desta vez, a heroína foi uma cadelinha chamada Missy, que é parente da Filó, pois também pertence à raça dachshund.  Seu dono, um americano morador de Salem havia sofrido uma cirurgia complexa do coração e desmaiou num momento em que se encontrava sózinho em sua casa. Instintivamente, a cadelinha, que já é uma idosa  11 anos foi atrás de socorro, correndo até a casa de um vizinho, que achou estranha sua presença, já que ela só saía de casa acompanhada de Charlie.


Missy não desistiu até que o vizinho mostrasse que estava disposto a segui-la até a casa de Charlie. E ao chegar lá, o encontrou desmaiado. Chamou a emergência, salvando sua vida.




Lindo, Missy!!!

sábado, 7 de agosto de 2010

Filó: não estou só nessa história de ser conquistada pelos cães. Leiam esta  crônica deliciosa escrita pela Marcela Buscato, jornalista da revista Época, publicada no Blog 7X7

Eu sempre achei rí-dí-cu-la essa história de tratar cachorro como gente. De chamar de “bebê” e falar “vem com a mamãe”. E cachorro dentro de casa, então? Aquele monte de pelo caindo por tudo, uma falta de higiene total. E olha que eu sempre gostei do bicho. Mas é que, se a gente para e pensa, cachorro dentro de casa não é muito higiênico mesmo. E ninguém é mãe de cachorro, certo? Certo até ele aparecer.


Faz uns oito anos. Na porta de casa, com alguns meses de idade, magrelo de mostrar as costelas, pulando na gente para brincar. Suportei por alguns dias, até ele aparecer mancando. Tinha sido atropelado. Assim já é demais! Rumei para o veterinário. Eu com a criatura no banco de trás do carro. O namorado dirigindo. Mas foram só alguns quarteirões nessa situação. Assim que o bicho começou a querer intimidades – pular no colo, lamber a cara – eu providenciei uma troca de postos. Paramos no meio da rua, eu assumi a direção e o namorado o bicho peludo e cheio de pulgas. Juro que dava para vê-las andando na barriga dele (do cachorro, não do namorado). O veterinário fez a atadura e voltamos para casa. Mas ele vai ficar aí, no meio da rua? E se chover? Não pode molhar a faixa. Põe ele para dentro do portão. É só até tirar a atadura, é por uma semana. Claaaaro!!! O bicho entrou e nunca mais saiu.


Ganhou nome: Thor. Uma bolinha de borracha colorida, um pote para água, outro para a ração. Até casa própria, com telhadinho pintado de azul porque ele é menino. Custou quase um salário inteiro, um dos primeiros que eu ganhei como estagiária na faculdade. Se os bens materiais do cachorro podiam ser contados nos dedos das patas, o carinho que a criatura ganhou não dá para dimensionar. É Thor, né? Mas também atende por Totó, Tots, Baby, Bebê, Bê, Nenê, Nêne (pronunciado assim mesmo), Neno, Nenucho, Chuchu, Churux. Abro a geladeira na hora do almoço e grito com a cara enfiada lá dentro:


- Mãe, onde está o chuchu?
- Sei lá, deve estar enfiado debaixo da cama.
- Não, mãe. O chuchu de verdade, não o cachorro.


Juro.


O cachorro, coitado, não entende a maluquice do monte de apelidos. O que ele entende mesmo é o tom da voz, que é invariavelmente assim: “nhê-nhê-nhê”. Para quem achava o cúmulo chamar cachorro de “Bebê”, estou bem. Já temo pelas minhas cordas vocais. Posso adquirir um calo de tanto forçar a voz nesse ta-ti-bi-ta-ti cachorrífico?


Pelo menos, escapei de virar mãe de cachorro. Porque quem virou foi a minha mãe. “Vem cá que a mamãe dá papa para você”. Ah, sim, porque o bicho não come sozinho, minha gente. Late, bate na vasilha até que alguém venha dar ração para ele. DE GRÃO EM GRÃO! Tem um sapo de pelúcia (que ele roubou de mim, presente de uma amiga querida). Recebe o brinquedo todas as noites, depois do biscoito, “para fazer nana”. No inverno, veste o “pijaminha”. Xadrez ou estampado com leõezinhos.


A casinha de teto azul jaz em algum canto do quintal. Porque ele se mudou de sapo, paninho e osso para dentro de casa. Fui viajar para a Finlândia. Abro a mala, visto aquele casaco que eu nunca uso no Brasil e vou conhecer a cidade. No espelho do elevador, eu vejo: tem pelo de Thor até na Finlândia! Agora, nessas noites frias, ele decidiu que a minha cama é um lugar bem aconchegante para dormir. Enquanto estou lendo um livro, até deixo ele deitado no pé. “Ah, daqui a pouco ele desce”. Canso do livro, apago a luz, tento esticar a perna. Nada da criatura se mexer. Empurro ele com as pernas para fora da cama. Parece uma pedra. Acendo a luz. Está respirando. Empurro de novo. Nada. Me vejo às 2 da manhã, tentando convencer o cachorro a dar o MEU lugar na MINHA cama. “Thor, é um, é dois, é três: desce!”, “Aqui ô, no tapetinho, fofinho, quentinho, olha que gostoso”. Incomodado porque eu estava atrapalhando o sono dele, o cachorro resolve descer da cama. E eu fico com o coração apertado. Onde é que isso vai parar?



PS: Filó, não siga o exemplo do Thor: na minha caminha, não!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

domingo, 1 de agosto de 2010

Cães, melhor não tê-los. Mas, se não tê-los, como sabê-lo?

Filó:
Coloquei este artigo no seu blog, pois venho mudando minha visão sobre os cães paulatinamente. Sempre fui alérgica, asmática de carteirinha. Ao crescer, escolhi a medicina como carreira e a Alergia como especialidade.  Não podia ser pior: alergista e asmática: como poderia gostar de cães?
Na verdade, não gostava nem desgostava: apenas ignorava, considerava os cães como cidadãos de segunda classe, desnecessários e sem a menor importância.
Mas a Denise, ao trazer Filó, mudou minha visão: cães são o próprio carinho ambulante, o amor desinteressado e vivo, sempre pronto a te dar, sem nada cobrar. E, quando assustei, já estava plenamente conquistada. Hoje, não consigo ver um "olhinho pedinte"...

Por isso, me sinto plena para publicar este texto:


Um levantamento realizado pelo Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP) reuniu uma série de estudos que comprovam a convivência com cães é benéfica para saúde dos bebês. Segundo a pesquisadora Carine Savalli Redígolo, crianças que têm cachorro estão menos suscetíveis às alergias e dermatites tópicas.  A pesquisadora afirma que certas proteínas que desempenham um importante papel na regulação do sistema imunológico e das alergias aumentam significativamente em bebês de um ano de idade quando expostos precocemente a um cão. “Também foi observada a redução de rinites alérgicas aos 4 anos de idade e aos 6 a 7 anos devido à redução da imunoglubina E – um anticorpo que quando em alta concentração, sugere um processo alérgico”, disse.


Mesmo sem saber deste estudo, a professora Anarrúbia Alves Amaral Silva Oliveira, grávida de 7 meses, vai manter as poodles Fadinha e Belinha perto da filha. “Minhas cadelas são vacinas, vermifugadas e não vejo por que mudar a rotina da minha casa com a chegada da Valentina”, disse.  A professora afirma que foi criada cercada por bichos e nunca teve problemas de saúde. “Faço questão que minha filha conviva com animais para adquirir resistência. A Belinha entra no quarto do bebê, deita embaixo do berço e não vou proibi-la de fazer isso”, afirmou.


Casais com filhos pequenos preferem não ter animais.  Apesar de vários estudos comprovarem os benefícios de ter um animal de estimação, uma pesquisa realizada pelo Radar Pet mostra a resistência dos casais que possuem filhos pequenos adquirirem um cão ou gato: 44% que têm pelo menos um pet são de casais com filhos jovens ou adolescentes; este número cai para 16% quando se trata de casais com filhos de até 9 anos.  A empresária Paula Magnino e o marido não fazem parte dessa estatística. Os filhos: Rafaela, 5 anos, Rave, 7 meses, convivem com animais de estimação desde que nasceram. A família tem hoje as vira-latas Nega e Loirinha juntamente com as crianças. “Meus filhos sempre conviveram com cães e gatos. Eles nunca tiveram alergia e dificilmente adoecem. O Rave não sabe o que é antibiótico e a Rafaela só tomou remédio aos 4 anos”, disse Paula Magnino.  A empresária afirma que a maioria dos pediatras não aprova a convivência das crianças com os animais. Ela só vê benefícios. “A convivência com os cães deixa meus filhos mais alegres e expressivos. A Rafaela me ajuda alimentar as cadelas e está sempre atenta com a saúde delas”, disse.


A pesquisadora Carine Savalli Redígolo afirma que um gesto simples pode trazer importantes efeitos ao sistema imunológico de pessoas de qualquer idade. “Acariciar um cão pode elevar os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação viral ou bacteriana, importante na prevenção de várias patologias. Este resultado se deve, possivelmente, ao relaxamento que o contato com o animal proporciona”, disse.

Imunoglobulina A, sistema imunológico, anticorpo presente nas mucosas ... Um monte de palavras humanas para descrever o sentimento de amor e fidelidade canina que não precisa de palavras para ser descrito.  Deixa pra lá...

É isso aí, Filó! Continue sendo o que você sempre foi: uma cachorrinha carinhosa, amiga e independente das palavras humanas! 

domingo, 25 de julho de 2010

Colete salva vidas canino




 Nem todo cachorro sabe nadar.
 Que tal usar um colete salva vidas?
O objetivo deste traje é manter os cães a salvo, caso caiam na água. Mas é um pouco estranho, não acham?  Dizem seus criadores que é totalmente à prova de capotagem, ou seja, é totalmente estabilizado lateralmente. O precito? Uns 100 dólares.
Será que você aceitaria este modelito, Filó?

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Brasil X Holanda - Copa 2010





Brasil inicia o jogo contra a Holanda na Copa do Mundo - quartas de final - ansiedade geral. O jogo é tenso: logo no início, Brasil faz 1X0. Felicidade é pouco! Deu um gostinho de vitória! 


Mas, o jogo continua. No segundo tempo, Holanda marca 1X1. Mas, ainda resta uma esperança. E, no final, que decepção: O Brasil volta para casa.


Filó assistiu tudo atentamente. 


Esqueceu até o seu medo das vuvuzelas. 

É a sua primeira Copa do Mundo. 




Ohhh! Não foi desta vez...
Que peninha!




Até 2014, Filó! 

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Filó e Loirinho

Em casa, o ritual é garantido: 


Alguém se dirige para a cozinha...orelhas em pé. 
Se o barulho é de panelas e talheres... corpo em riste. 
Mas, se tem cheiro de comida, nossa! 
É uma corrida desabalada, em frações de segundos,


Filó está a postos!
Roda, encara, funga. E vai um elogio: não late. Mas, não sossega enquanto a mesa não é posta e todos sentam para a refeição. Aí é só alegria, correndo de um lado pra outro,  abocanhando todo e qualquer tipo de comida. Nessa hora eu juro que os cães sabem sorir e têm expressão de felicidade.
Dizem que cachorros não fazem gula. Tem certeza, Filó? A minha impressão é que enquanto houver comida, haverá apetite e disposição para comer. 
E ao final, quando alguém diz:
- "Bou, Filó"
Fica desconfiada, quer conferir se a comida acabou mesmo.
Mas, porque estou falando nisso? Porque hoje saiu na "Voz da Serra" esta notícia:


"O cão comunitário Loirinho está em busca de um novo lar. Ele vive há seis anos na esquina das ruas Augusto Cardoso com José Eugênio Müller, contando sempre com a proteção de algumas pessoas, que cuidam de sua saúde e higiene. Mas, segundo protetores do animal, algumas pessoas têm reclamado do cão na rua e por isso estão empenhados para que ele seja adotado."
E hoje descobri que ele é o Loirinho.
Confesso que deu uma pontinha de vontade de adotá-lo.

domingo, 20 de junho de 2010

Cão torcedor

Cada jogo do Brasil na Copa do Mundo pode significar uma tortura para os amigos peludos e seus donos. O kit torcedor (vuvuzelas, apitos, fogos de artifício) agrada aos humanos, que vibram a cada vitória da seleção brasileira com seus apetrechos. Porém, no mundo animal a história pode ser bem diferente.


Durante a estreia do Brasil, no jogo contra a Coreia do Norte, a diretora de arte da Criativa, Cristina Naumovs, precisou deixar a redação para cuidar da Gilda, sua dachshund medrosa. “Uma vez cheguei à minha casa e ela estava presa no vidro da janela, acabou levando 50 pontos”, conta Cristina. 
Gilda, a dachshund da Cris esconde-se dos fogos embaixo do edredom


Segundo Daniel Svevo, veterinário, especialista em comportamento animal e consultor da organização Cão Cidadão, os animais têm medo de barulho naturalmente, uns mais, outros menos. “É uma questão evolutiva. Foram selecionados cães mais medrosos, pois esses teriam mais chances de sobreviver e procriar do que os corajosos”, explica.


Neste domingo, dia 20, a seleção brasileira entra em campo novamente e alguns cuidados podem ser essenciais para o bem estar do seu bichinho. Para amenizar o sofrimento deles, o bicharada ouviu especialistas e separou as melhores dicas para você.


Prevenir o medo


Se você tem um cão ou gato ainda filhote, com três ou quatro meses, não o conforte em situações de barulho. O ideal é brincar com bolinha ou distrair o pet durante o ruído. Mantenha uma atividade prazerosa com o cão, como brincadeiras, e gradualmente exponha-o a estímulos barulhentos.


Tratar o medo


Segundo os especialistas, é possível tratar o trauma do animal mesmo quando adulto, porém o processo é mais demorado que a prevenção e deverá ser feito com a ajuda de um profissional. “Usamos um CD com sons de fogos, com o som bem baixo e mantemos uma atividade prazerosa com o animal, pode ser uma brincadeira com a bolinha ou petiscos. Aumentamos o som gradualmente para ele ir se acostumando”, explica Svevo.


Sete medidas paliativas


1. Solte a coleira: não deixe seu cachorro ou gato na coleira. Muitos animais, quando presos, morrem por enforcamento, no desespero de fugir dos fogos e rojões.


2. Deixe-o num local tranquilo. Se precisar isolar seu pet, deixe-o fechado em um local sem vidro e seguro. Com medo, muitos animais atravessam a vidraça e acabam se ferindo gravemente.


3. Acalme-o. Homeopatia, florais e acupuntura podem diminuir o medo e a ansiedade do seu animal. Mas esses tratamentos devem ser feitos ao longo do ano. Converse com seu veterinário, pois é ele quem dirá a dose certa e o medicamento correto.


4. Algodão no ouvido. Em casos extremos, alguns veterinários indicam colocar um chumaço de algodão nos ouvidos do animal, porém alguns pet podem estranhar também essa situação.


5. Cuidado com as fugas. Não deixei portas e janelas abertas, cães e gatos podem tentar fugir para a rua com receio dos fogos.


6. Televisão ou rádio ligado. Para trazer conforto ao animal, você pode colocá-lo em um local seguro, com a luz acesa e a televisão ou rádio ligado (não muito alto) para abafar o som dos rojões.


7. Sem vizinhança. Uma solução, principalmente para quem tem em casa um animal com fobia grave a barulhos, é afastar completamente o bicho, deixando-o em locais protegidos, como hotel longe da cidade e sem vizinhança.


Fontes consultadas: 
Daniel Svevo, especialista em comportamento animal/consultor "Cão Cidadão"
Rosirene Pereira Linares Rodrigues, médica veterinária em Campinas
Aldo Macellaro Jr, médico veterinário, responsável pelo Clube de Cãompo, Itu

Brasil!!!!!

Gente, não dá pra fazer uma comemoração menos barulhenta?

Filó estava feliz, afinal de contas a casa estava cheia, todos alegres, comemorando sei lá o que, em torno da TV. Não fazia diferença para ela, que se importava mesmo é com a presença animada da turma.

Mas, de repente, começou:
GRITOS...
(que é isso?)
PALMAS ...
(opa, e agora?)
E, de repente, todos pulam e gritam em uníssono:
GOOOOOLLL
( aí complicou: fogos, e... a temida vuvuzela)

Foi demais. Filó correu, procurando abrigo no quarto, assustada.

Ah! Ainda bem que meu vovô não gosta dessa bagunça. E se ajeitou juntinho dele, sentindo a segurança do colo amigo.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Solidariedade canina



Esta cachorrinha tem catarata e enxerga apenas sombras. Seu melhor amigo, um pastor alemão, entendeu sua situação e espontaneamente se tornou seu protetor, guiando nos passeios e mantendo os cães mais violentos longe dela.

sábado, 29 de maio de 2010

Coceira ... como?

Filó foi visitar a veterinária pois estava se coçando muito.


A coceira começou nos últimos dias. E logo pensamos: será que está com pulgas? É difícil verificar com seu pelo negro, mas fizemos uma inspeção cuidadosa.
E, qual não foi a nossa surpresa ao descobrir que o problema da Filó é...uma coceira neurogênica. Ou, em bom português, uma coceira psicológica! E aí, está criado o círculo vicioso: Quanto mais coça, mais coceira sente...


A veterinária explicou: é como roer unhas, pode se tornar um hábito e precisa ser tratado, para evitar que a coçadura repetida provoque uma irritação.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Vira latas



Mas não é isso mesmo o que eu sou ? Afinal, perdi meu meu destino, viço e graça. A alegria ficou no passado. Minhas dores já nem doem tanto assim...

Lentamente cruzo a praça, sem pressa e sem rumo. Não importa se chove, não faz mal se está frio. Se tenho fome ou sono, me viro por aí.

Meu dia a dia é na rua, sem esbarrar em ninguém, silencioso e transparente como uma sombra. Furtivo e leve como uma brisa...


Foto: Carlos Emerson Jr.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Feliz Aniversário, Filó


notas musicais

Parabéns pra você
Nesta data querida,
Muitas felicidades,
Muitos anos de vida!

notas musicais

Filó completa hoje 4 anos de vida!

notas musicais


sexta-feira, 21 de maio de 2010

Cães obesos



Filó, estamos preocupados com você. 


O seu peso está no limite... A Dra Bia, sua querida veterinária já sinalizou: vamos controlar sua alimentação, aumentar suas atividades...
  
Eu li na internet: 


"Dachshund: Em termos de saúde e dado que é uma raça criada artificialmente, importa saber quais os pontos fracos do organismo destes cães. De fato, devido ao comprimento exagerado do seu tronco, tem grande propensão a sofrer de problemas na coluna vertebral, principalmente se o cão sofrer cumulativamente de obesidade. O dono de um exemplar desta raça deverá evitar que o animal suba e desça escadas e deve incentivá-lo a fazer longas caminhadas diárias". 


Você quer ficar assim?


Então, vamos seguir as regras:
E resolvemos aderir à campanha:



sábado, 15 de maio de 2010

Passeio no metrô

A notícia chama a atenção.

Em Moscou, os cães de rua andam de metrô, tranquilamente, misturados aos passageiros.


Será que ele está aguardando e escolhendo o trem certo para poder embarcar?


Este aqui parece dormir na sala de sua casa.

A reportagem mostra imagens muito curiosas, incluindo um filme onde 2 cães resolvem transar, dentro do vagão! Para ler a notícia na íntegra, clique aqui

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Animal merece respeito!



Rio, Friburgo, assim como muitas cidades, têm uma imensa população de cães de rua, muitos abandonados por seus donos, à própria sorte. Se alguns encontram pessoas que oferecem comida, água e abrigo; outros não sobrevivem. Sofrem com maldades, perambulando sem rumo.

Confesso, Filó, que antes de ter você eu passava sem perceber, olhos cegos para ver ou sentir estes animaizinhos. E você fez meu coração amolecer pouco a pouco até virar manteiga. Meus olhos passaram a ver os múltiplos olhinhos pidões destes cães, que nos seguem por um carinho a mais, um simples olhar.

Há os ariscos, assustados - sabe-se lá o que já passaram na sua vida ao relento, sujeitos às maldades humanas. Mas, muitos, apesar de tudo, mantém seu olhar amoroso aos humanos nem sempre merecedores do seu carinho infinito.
Vamos adotar os cães abandonados? Porque comprar, se tantos vagam sem dono, pedindo um cantinho pra viver em paz? Mas, uma adoção responsável implica em proteção, cuidados veterinários e responsabilidade.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Filó: veja esta notícia!


Dá pra acreditar?

Vestido de noiva exclusivo com véu e grinalda, marcha nupcial, bolo de dois andares e uma festa para centenas de convidados na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Imitando um casório do high society, os protagonistas Bruna e Lui, dois cães da raça yorkshire, vão selar a união de cerca de seis meses numa festa com pompa e glamour.

Luxo e requinte têm seu preço. Segundo o cerimonialista do evento, Marco Antônio Totó, os donos dos cães, com o apoio de alguns amigos, vão gastar cerca de R$ 12 mil no casamento.
O cerimonialista adianta que os convidados caninos terão um buffet self-service especializado para eles. O cardápio inclui bombons, doces, snakes e ossinhos, todos sem açúcar, ingrediente prejudicial aos bichinhos. As bebidas serão água e isotônicos produzidos especialmente para os pets. Para garantir o entretenimento, um grupo de adestradores foi contratado para animar a festa.

O evento está marcado para o dia 15. Até chegar o grande dia, a noiva Bruna experimenta semanalmente o vestido, feito sob medida. O modelo, confeccionado com tecido importado, custou cerca de R$ 700. A cadelinha também vai receber o tradicional dia de noiva numa loja especializada onde o serviço de banho, tosa, hidratação de chocolate e ofurô sai a R$ 160.
O dono do noivo Lui promete deixar seu cãozinho elegante e já providenciou um fraque, também de alta costura. Marco Antônio Totó explica que no convite distribuído aos convidados terá o aviso “Traga o seu cão arrumadinho”, para que todos os convidados compareçam com a roupa adequada. O cão mais arrumado, segundo Totó, vai ganhar um prêmio. Um frei beneditino foi convocado para dar a benção ao casal, que será celebrada com a oração de São Francisco de Assis. Um altar com a imagem do santo protetor dos animais será instalado no local. A lua de mel dos cães, que nunca cruzaram, será numa pousada nas proximidades de Visconde de Mauá, no interior do Rio.

O casamento de Bruna e Lui, noticiado na coluna Gente Boa, do jornal O Globo, promete marcar época no mundo dos caninos da Barra da Tijuca, mas os dois yorkshires se conheceram no final de 2009, no ParCão da Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul. Desde então, os cãezinhos se apaixonaram e passaram a se ver quase todos os dias.

sábado, 17 de abril de 2010

"Noblesse oblige"


Ai, Filó!

É bom ser uma cachorrinha querida, mimada,
mas,
isso pode doer...


Não tem como fugir da vacinação anual.


"Noblesse oblige" - ela se comportou muito bem:
altivez, porte nobre e coragem neste difícil momento...


Eca!