quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Ti Ti Ti canino

Filó, veja que novidade: esta ilustre figura assim paramentada é um participante do Pet Fashion Show, ocorrido em Nova York. Quem acha que no Brasil não tem disto, é melhor marcar na agenda: este mesmo desfile pode ser visto em "Pet Fashion Week São Paulo". Vale dar uma espiadinha…

Uma linda mocinha de lilás, ultima moda!
Ou um rapaz numa jaqueta de couro à moda James Dean.
Oh! Uma Barbie...Será em homenagem à tia Mari?
E, é claro, um desfile de alta classe se encerra com um vestido de noiva.

Agora, aqui entre nós:
Filó, já escolheu seu preferido?
Ih! Tem um probleminha: Filó detesta vestir qualquer tipo de roupa, fica logo mau humorada, visivelmente incomodada e louca que tirem tudo. E toda semana é a mesma coisa: volta do seu banho na pet com um lacinho no cabelo e uma estrelinha na testa. Ela não sossega enquanto não tira tudinho...
Assim você nunca será uma top model, Filó!

domingo, 2 de janeiro de 2011

Bicho Rio

Filó, esta notícia eu fiquei sabendo recentemente: a prefeitura carioca oferece 8 centros cirúrgicos destinados a esterilização gratuita para cães e gatos. E olha que este serviço já funciona desde 2003. Achei muito interessante, para evitar que nasçam novos bichinhos que crescerão abandonados à própria sorte, perambulando pelas ruas, sujeitos a todo tipo de agressões.



Aqui em Friburgo, vejo todos os dias uma cachorra muito bonita - acho que é um misto de vira lata com golden retriver e mora na rua, bem próximo daqui de casa, recebendo água e comida dos moradores. É mansa, late pouco e bastante pachorrenta. 

Eu sempre que passava, a observava.  Como já declarei antes neste blog, minha relação com os cães é bem nova, pois sempre tive muito medo, a ponto de atravessar a rua quando me deparava com um animal solto. É isso mesmo: "AF" e "DF", ou seja, "Antes da Filó" e "Depois da Filó".
Depois de várias passagens e encontros, olhares de lá e de cá, ela sempre quietinha, observando os transeuntes, eu me acerquei e estendi a mão para acariciá-la. Aí quem levou um susto fui eu: a cachorra teve uma atitude de medo tão flagrante que me deixou impressionada. E, desde então passei a fazer como todos na rua, ajudando, mas de longe respeitando seu espaço. 

Mas, sempre penso: o que ela já passou para deixá-la tão desconfiada das pessoas? Sabe-se lá o que passa um cão de rua?

Ao tomar conhecimento desta notícia, lembrei logo da nossa vizinha sem nome, moradora de rua. 

Clique no link e obtenha as informações sobre o Programa Bicho Rio no site da Prefeitura do Município do Rio de Janeiro

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Cachorros sonham

por Carlos Emerson Junior








Você sabia que os cachorros sonham ? Não com as imagens coloridas, alegres ou sombrias ou com amores inatingíveis, angústias pelo que fizemos e a ansiedade do que ainda virá, como os nossos sonhos.
Não, nada disso.


Cachorros vivem apenas o presente e sonham com broncas, afagos, ausência e indiferença. Seu sono é recheado por sons e cheiros tão diversos e estranhos que é impossível descrever. Alguns rosnam, roncam, latem, agitam as patas ou abanam o rabo suavemente.

Cachorros dormem pelo menos 9 horas por dia. Fazem a “sesta”. Cochilam depois da janta. E nunca, mas nunca mesmo, deixam de fazer seu alongamento quando acordam, não importa onde estejam.

Cachorros, mesmo os de rua, sonham, acreditem. Sem expectativas, sem cobranças. Sonhos, simplesmente sonhos que só aos cães interessam.

Humanos também sonham, inclusive quando estão acordados. Mas aí já é outra história…

sábado, 25 de dezembro de 2010

Filó está com pulgas ... e agora?

Filó está com 4 anos e até hoje, nunca havia recebido visitas indesejadas de... pulgas!

E a história começou assim: de uma hora para outra, ela, que nunca havia demonstrado uma queda por malabares, começou a se retorcer toda. Eram verdadeiras poses malabarísticas, com direito a pé na cabeça, dentes no rabo e outras poses nada elegantes para serem descritas neste respeitável blog. Eis um instantâneo tirado num destes momentos:
Foi aí que veio a segunda parte: começaram a surgir muitas pipocas na sua pele seguidas de escoriações, deixando tudo irritado. E mamãe Dê conseguiu visualizar as primeiras ocupantes do pelo lustroso, pretinho e farto o suficiente para funcionar como trincheiras para nossas pulgas.

Sim, nossas, porque daí pra frente, todo a família passou a participar da história. O veterinário (agora um novo personagem, o tio Edu, já que a sua antiga tia Bia não se encontra mais na pet onde a Filó frequenta). E veio o veredito: pulgas + reação alérgica na pele + infecção secundária... A receita incluiu uma coleira anti pulgas, um antibiótico para corrigir a infecção, shampoos especiais e a recomendação de que deveria tomar dois banhos semanais e não apenas um.
No início foi relativamente fácil: o comprimido é pequeno e enrolado numa comidinha dava para enganar, sendo engolido prontamente. Mas, com o passar dos dias, a "operação comprimido" cresceu e virou praça de guerra. Dê pacientemente disfarça o comprimido, senta-se ao seu lado, tenta segurar seu focinho. E...ela come a comida e cospe o remédio, começando tudo outra vez. a comida some e o comprimido cai no chão, em flagrante desrespeito à ordem. Olhe este outro instantâneo com direito à participação especial do comprimido em momento de abandono total no chão.

E o banho? Este vai ser assunto de outro post, mas fiz questão de mostrar aqui este momento de alegria que pode ser claramente vista na satisfação estampada no olhar da Filó durante o banho dominical. Bem, hoje foi  na verdade um banho natalino de sábado, mas é a mesma coisa...


Final da história? 
Ainda não chegamos lá, mas parece, entre mortos e feridos, que o resultado da guerra está pendendo para a Dê e para o vovô que são encarregados das táticas e estratégias, com registro de fortes  baixas no exército pulguento.
  
Contaremos brevemente...
Aguardem!

sábado, 18 de dezembro de 2010

Alimentos que fazem mal ao cão

                                  Foto: maedecachorro.com.br

Muitos donos preferem alimentar os cães com comida preparada que com ração industrializada. Contudo, se você decidiu alimentar seu cachorro com alimentos preparados em casa é preciso ter em mente que nem tudo que é bom para os humanos também é bom para os cães. Cães tem um aparelho digestivo diferente do nosso e reagem de maneira diferente a várias substâncias.

Um outro problema que os donos de cães raramente percebem é diferença de tamanho, uma pessoa pesa em média 70kg, mas muitos dos nossos cachorros pesam 2kg, alguns até menos… Por isso é preciso tomar cuidado redobrado, pois quantidades pequenasde alguma substância, que não seria suficiente para fazer mal para uma pessoa pode ser suficiente para fazer mal para um cachorro de pequeno porte.

Para ajudar os donos de cães, trazemos para você uma lista de alguns alimentos que nunca devem ser dados para o seu cãozinho, nem por brincadeira.

*Café: A cafeína presente no café acelera o coração, podendo causar taquicardia e até mesmo ataques cardíacos, quanto menor for o cachorro, maiores os riscos.

* Chocolate - O chocolate assim como todos os derivados do cacau e de outras plantas do gênero Teobroma, como o cupuaçu, contém uma proteína chamada teobromina, esta proteína é prejudicial aos cães e causa vômitos se for ingerida em quantidade. Um cão de médio porte, com 22kg irá vomitar se ingerir 85gr de chocolate amargo ou 200g de chocolate ao leite. Em cães menores a quantidade necessária é menor.

* Noz-Macadâmia - Ainda não se sabe porque estas nozes causam tremores e paralisia temporária nas patas trazeiras dos cachorros.

* Alho - Nunca dê alimentos temperados com alho para o seu cachorro, apesar de saudável para os seres humanos o alho destrói as células vermelhas do sangue dos cães e pode causar anemia e, em casos mais graves, falência renal por perda de hemoglobina.

* Cebola - De maneira semelhante ao alho, a cebola, embora seja boa para humanos, é prejudicial às células sanguíneas dos cães. A diferença é que a cebola causa danos cumulativos à hemoglobina, ou seja, toda a cebola que o seu cachorro ingerir na vida vai causar pequenos danos irreversíveis que vão se acumulando com o tempo até o dia em que os sintomas aparecem.

* Uvas e passas - Ainda não se sabe a razão mas uvas e passas podem causar falência renal em cães

* Bebidas alcoólicas - De maneira semelhante ao que acontece com as pessoas, o álcool diminui as funções cerebrais. Mas diferente das pessoas os cães são mais sensíveis a ele, e além disso tem corpos menores, pequenas quantidades de álcool podem levar cães pequenos ao estado de coma. E cães maiores tambémpodem ser afetados com quantidades um pouco maiores.

Além destes alimentos, novas substâncias prejudiciais aos cães continuam sendo descobertas. O “Animal Poison Control Center” - APCC (Centro de controle de envenenamento de animais) chama a atenção para uma substância chamada xylitol, um substituto do açúcar que contém menos calorias e que está presente alguns em bolos, biscoitos e doces. Durante o ano de 2006 o APCC recebeu mais de 200 casos de envenenamento canino com xylitol.

Fonte: Revista National Geographic Brasil

sábado, 27 de novembro de 2010

Lutando contra o sono

Filó, eu vi estes vídeos e me lembrei de você, querendo acompanhar o ritmo da casa, como por exemplo em dias de festa e caindo de sono... Pois você não está só: veja alguns amiguinhos nessa mesma situação:




E este aqui, é mais fofo ainda, brigando para não dormir:



sábado, 20 de novembro de 2010

Faith - um exemplo de superação

Este Cachorrinho nasceu em 2002, na véspera de Natal, apenas com as duas pernas traseiras e, é claro, não conseguia andar. A sua mãe o rejeitou. O seu primeiro dono também pensou que ele jamais conseguiria andar. Mas, felizmente foi adotado por Jude Stringfellow, que decidiu ensiná-lo a andar. Chamou-lhe “Faith”, que significa “Fé” em inglês.


Inicialmente colocou-o numa prancha de skate, para que ele sentisse o movimento, usando manteiga de amendoim como recompensa para que ele aprendesse a se levantar e saltar com duas pernas. E, aos 6 meses ele já havia aprendido a se equilibrar nas pernas traseiras e a saltar para a frente. Passou então a "caminhar" como um ser humano.


Onde quer que ele vá, atrai sobre si todas as atenções. Já foi citado em programas de TV, em jornais, e sua dona pretende publicar um livro intitulado "Com um pouco de Fé", transmitindo uma mensagem de otimismo, fé e superação.

Vejam outras fotos de Faith:

sábado, 6 de novembro de 2010

A pátria amada dos cães

Foto: Chaval Brasil/Flickr.com

 
Nas comemorações de 7 de setembro não são soldados paramentados, ou bombeiros em tecnológica fardagem antifogo, nem crianças tentando furar o cordão de isolamento, tampouco estudantes convocados para o dever cívico, os que mais se divertem. São os cachorros de rua que acompanham os desfiles.


Cachorro sem dono não vê a hora de setembro chegar. Trata logo de se enfiar no meio da festa. Quer participar, embora não tenha nem vaga noção do que está acontecendo. Lá vai ele, língua de fora como olho adicional para não perder nem uma cena, rabo agitado inventando o ar. Não faz mal se leva um pisão, se atrapalha, se é tocado dali trinta vezes. É espectador dos mais animados. Se for mais dado, quase toma parte na fanfarra. Vira representante da família real, amigo chegado de Dom Pedro I.


No interior, onde o cerimonial é mais camarada, cachorros se misturam às comitivas, lado a lado com os personagens principais. Vão saltando felizes, complementando a coreografia dos desfilantes. Ora se interessam por uma caca na sarjeta, ora farejam um cheiro diferente e deixam a marcha por um instante. Mas logo retomam seus postos. A despeito da eventual fome ou de uma persistente sarna, está sempre tudo bem com eles. Depois dizem que cachorro não dá risada.


Tem os tímidos, claro. Os que sofrem com a agitação, curvam a traseira e buscam refúgio em qualquer beco ou margem plácida, bem longe das bandeiras verde-louras. Brado retumbante não é com eles. Esses, porém, são minoria.


Cachorro é bicho que não sofre de mau humor. Ao contrário de gato, que se dá o direito de acordar, vez por outra, de bode. Gato faz cara de saco cheio quando alguém o incomoda em sua soneca, cachorro não. Cachorro quase sempre topa uma brincadeira. Já gato, nem tanto. Gato é capaz de demonstrar desprezo por seres vivos e objetos. Cachorro gosta de tudo e todo mundo. Gato se lambe. Cachorro baba. Gato é companhia para o cinema. Cachorro, para a novela. Cachorro é funcionário-padrão. Gato faz greve.


Vê lá se gato assiste desfile de 7 de setembro. Quando muito, o faz de alguma varanda ou telhado. Acima de tudo e de todos. Limita-se a observar a parada, achando aquilo uma grande patacoada.


Cachorro é o melhor amigo do Homem. Gato, se falasse, seria aquele amigo que diz o que a gente não quer, mas precisa, ouvir.


Gatos já proclamaram a sua independência. Cachorros, dependentes por natureza, quem sabe, um dia darão seu próprio grito.





[Nota: amo cães. Que não se pense o contrário.]

A autora deste texto é Silmara Franco
Visitem seu blog Fio da Meada e leiam outros dos seus deliciosos textos.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Que mochila confortável ...


A mochila não era para ela, mas a Filó não quiz saber. Vejam só a expressão folgada de quem ocupou seu espaço e está bem satisfeita com sua conquista...  

Espaçosa!!!

terça-feira, 26 de outubro de 2010






Frase do dia:

Se teu cão está gordo,
tu não estás fazendo exercício suficiente…



Fonte: Pilórdia

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Alérgicos e cachorros – uma parceria a ser compreendida


Há muita controvérsia neste tema e não é nossa intenção ditar regras. Nem toda pessoa que tem asma ou rinite tem também alergia aos cães. Cada caso é um caso e cada pessoa é única, sendo impossível emitir um parecer que sirva igualmente para todos.
Este tema surgiu a partir de um estudo publicado na Revista de Pediatria em Outubro de 2010, mostrando que ter um cão em casa diminui o risco de as crianças com antecedentes familiares de alergias desenvolverem eczema. O mesmo não se verifica se o animal de estimação for um gato. Neste caso, os riscos aumentam significativamente. O estudo foi realizado na Universidade de Cincinnati e publicado no Journal of Pediatrics. (http://www.jpeds.com/webfiles/images/journals/ympd/PR-Epstein.pdf)
A polêmica já havia se instalado a partir da teoria da higiene, que teve seu auge na década passada e que defende a tese de que o aumento da prevalência da alergia nos últimos anos pode ser atribuído ao excesso de higiene no mundo moderno, incluindo o menor contato de crianças e adultos com animais e com a natureza.
Então, vamos aos fatos:

1) Pontos a favor para a presença de um cão em sua casa
- Algumas raças de cães são excelentes companhias para crianças e adultos (em especial idosos).
- Cães necessitam sair pelo menos duas vezes ao dia, estimulando assim a vida ao ar livre e as caminhadas.
- Donos de cães tendem a interagir, ou seja, a presença do cão pode contribuir para combater a timidez e melhorar o contato social.
- Cães têm a capacidade de amar, o que pode ser uma grande aquisição tanto para crianças como para adultos.

2) Desvantagens de ter um cão:
- Cerca de 30% de portadores de asma e rinite alérgica podem ter crises desencadeadas pelo contato com cães.
- A presença do animal de estimação pode contribuir para aumento de ácaros na residência, já que seu alimento preferido é a descamação da pele, além das partículas que podem se tornar alergênicas (ou seja, provocadoras de alergia).
- Algumas pessoas são alérgicas ao pelo dos cães e pioram sua alergia ao contato com o animal.


3) E o que fazer se você já tem um cão?
Alguns cuidados são essenciais para a convivência saudável com estes animais:
- Se você mora em uma casa, acostume seu cão a ficar fora de casa. Num apartamento, é possível treinar o animal para que circule preferentemente fora da área social. Uma opção é colocar uma porta (vendida em lojas pet) para limitar seu acesso.
- Não deixe que o cão suba em estofados e camas. Escolha uma cadeira que seja liberada para o cão e ensine a ele
- Não permita que o cão suba e durma em sua cama.
- Arejar a casa e intensificar os cuidados com a limpeza da casa: limpe diariamente com pano úmido, evitando vassouras e espanadores.
- Retire tapetes, carpetes, objetos que acumulem pó para facilitar a limpeza.
- Escove o animal periodicamente, mas tenha o cuidado de fazê-lo fora de casa. O cão deve ser banhado semanalmente.

Mas, se você tem alergia comprovada ao animal, considere seriamente a possibilidade de conseguir um novo lar para seu cão. E, caso tome a decisão de se desfazer dele, saiba que as partículas provocadoras da alergia permanecem no ambiente por cerca de 1 ano.


E uma ultima polêmica: não há provas evidentes que animais de pelo curto provoquem menos alergia do que aqueles de pelo longo.
E agora?
Analise, reflita.
A decisão é sua...


quinta-feira, 30 de setembro de 2010

1 X 0 para os cachorros!



Filó, olha só a notícia legal que eu li hoje:


Investigadores de uma universidade norte-americana de Cincinnatti descobriram que ter um cão pode ser benéfico para crianças com alergias, enquanto a posse de um gato pode causar um aumento dramático da sensibilidade alérgica.

A pesquisa consistiu na recolha de dados referentes a 636 crianças que fazem parte de um estudo sobre o ar e a poluição, inquérito esse que tem como objectivo examinar os efeitos de variáveis ambientais na respiração e desenvolvimento de alergias em crianças.


Ou seja: 

Ter um cão produz benefícios 


ainda por cima, 

pode ajudar a reduzir alergias!


Clique aquileia o texto na íntegra e acredite se quizer...

Comemore, Filó !!!



domingo, 26 de setembro de 2010

A comida é minha meta!

Algumas pessoas viajam e voltam com a mala cheia de bobagens compradas no calor da viagem e na empolgação das férias. Quem nunca teve uma camiseta (ou uma quinquilharia) com a inscrição: Estive em... e lembrei-me de você. Na feirinha da nossa querida Friburgo, não faltam lembrancinhas com estes dizeres. 

Pois, Filó eu vi este gif animado e lembrei-me de você. 

E o que mais me chamou a atenção foi a semelhança dos olhos brilhando (e dizem que cachorros não têm expressão) e os rabinhos abanando. No seu caso, tudo fica mais evidente quando o assunto é... 

                            C O M I D A !

Filó não entende ordens, não aprende nada, nem coisas mínimas, como sentar e rolar. Mas, se a comida está em jogo, sua inteligência brilha mais do que seus olhinhos. No outro dia, estávamos nos deliciando com um suco fresquinho de melancia, que por sinal ela adora, mas não encontrávamos seu pratinho. E perguntamos alto:

- Onde está o pratinho da Filó?

Ela imediatamente se animou, puxou o vô e conseguiu mostrar que o pratinho que procurávamos estava embaixo da estante. 

É ou não é uma cahorra prodígio?

Como diz sua mãe Dê:

 " a cachorrinha mais inteligente da face da terra!"  

domingo, 19 de setembro de 2010

Fotos recentes da Filó




Passeio na 5 de Julho em Copacabana numa tarde de sol:


        E esta foi tirada no exato momento em que Filó tentava escrever em seu blog. Mas, por uma questão de alcance de suas patas, desistiu e transferiu esta incumbência para mim.


Fotos: vovô CEJunior

domingo, 12 de setembro de 2010

Cães e pets sofrem com tempo seco



Como hoje eu estava sem nenhuma inspiração para escrever, resolvi reproduzir este testo, bastante oportuno, do site R 7:

A baixa umidade do ar, que colocou em alerta 136 cidades brasileiras e foi recorde em São Paulo nesta sexta-feira (27) - chegando a 12% -, também causa desconforto nos animais e, muitas vezes, afeta a saúde dos pets. O problema é que, presos em casas ou em apartamentos, eles não conseguem, sozinhos, evitar as consequências do tempo seco em suas vidas. Dependem de seus donos, por exemplo, para ter água disponível sempre que estiverem com sede ou com vontade de tomar um bom banho.
Alguns sintomas apresentados pelos animais nessa situação são bastante parecidos com os desenvolvidos pelos humanos, explica a professora Mirela Tinucci Costa, da faculdade de medicina veterinária da Unesp (campus de Jaboticabal).
- Os cães e os gatos, principalmente, podem apresentar irritação e coceira nos olhos, boca seca, dificuldade para respirar  e desidratação. Aves ficam desidratadas muito rapidamente, porque são pequenas. Quanto menor o bicho, mais rápido é o processo de desidratação. É comum também aumentar a incidência de doenças virais, disseminadas por inalação. Algumas, como a cinomose, são extremamente graves. Por isso, é importante manter a vacinação do pet em dia.
Se perceber que os olhos de sua mascote andam irritados ou ressecados, uma boa dica é lavá-los com água filtrada ou soro fisiológico. O mesmo vale para molhar a ponta do nariz, ensina Alexandre Sato, diretor da Sociedade Paulista de Medicina Veterinária.
- Sangramentos nasais são comuns durante a seca, e o risco de bronquite e de pneumonia também cresce entre a população animal.
Segundo a especialista da Unesp, animais idosos ou com a saúde debilitada pedem atenção redobrada. O mesmo vale para espécies que costumam passar parte do dia na água, como tartarugas e cágados. Para todos, o principal risco é a desidratação, que, em níveis acentuados, causa doenças graves, problemas no rim e morte.
- Conforme o organismo se desidrata, o sangue fica mais viscoso. Com o passar do tempo, o coração começa a ter dificuldade para bombear, e surgem problemas de irrigação de tecidos do corpo. Por fim, ocorre a coagulação desse sangue nos vasos de menor calibre.  É a morte iminente.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

7 de Setembro

Um dia da pátria





E não é que Dona Fafá e Dona Filó se recusaram a fazer uma pose qualquer para o Blog ? Mas não faz mal, o importante é que nós três desejamos a todos os leitores e amigos um ótimo Dia da Pátria, seja lá o que isso signifique.

Lembro que o Brasil vai ter sempre o tamanho de seus cidadãos e o nosso crescimento como pessoas educadas, responsáveis e conscientes é fundamental para o desenvolvimento de nosso país.

No final, concordo com as duas: mostrar a cara sorrindo é coisa de político atrás de votos ou justificando seus desmandos nos jornais e televisão. Quem realmente faz, não precisa aparecer. E nem gosta!

Foto: Carlos Emerson Jr. - vulgarmente conhecido como vovô da Filó!
(Praia de Copacabana)

sábado, 4 de setembro de 2010

Fuga hilária!

Este vídeo eu vi no Twitter do amigo da Filó: Pacheco Pafúncio

Recomendo a todos: gargalhadas fazem bem ao espírito.

Um bom feriado para todos!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Se um cachorro fosse seu professor, ele te ensinaria que...


*Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.


*Nunca perca uma oportunidade de ir passear.


*Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.


*Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.


*Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.


*Corra, pule e brinque todos os dias.


*Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.


*Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.


*Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos e deite debaixo da sombra de uma árvore.


*Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.


*Não importa quantas vezes o outro te magoa,não se sinta culpado...volte e faça as pazes novamente.


*Aproveite o prazer de uma longa caminhada.


*Se alimente com gosto e entusiasmo.


*Coma só o suficiente.


*Seja leal.


*Nunca pretenda ser o que você não é.


E o mais importante de tudo....

*Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar.

E NÓS PRECISAMOS APRENDER ISTO COM UM ANIMAL QUE DIZEM SER IRRACIONAL!


NOTA: 
Desconheço o autor deste texto. 
Tomei a liberdade de fazer minhas as suas palavras.

sábado, 21 de agosto de 2010

Cadelinha esperta ... e amorosa!





Mais uma história bacana envolvendo o amor do cão pelo seu dono. 


Desta vez, a heroína foi uma cadelinha chamada Missy, que é parente da Filó, pois também pertence à raça dachshund.  Seu dono, um americano morador de Salem havia sofrido uma cirurgia complexa do coração e desmaiou num momento em que se encontrava sózinho em sua casa. Instintivamente, a cadelinha, que já é uma idosa  11 anos foi atrás de socorro, correndo até a casa de um vizinho, que achou estranha sua presença, já que ela só saía de casa acompanhada de Charlie.


Missy não desistiu até que o vizinho mostrasse que estava disposto a segui-la até a casa de Charlie. E ao chegar lá, o encontrou desmaiado. Chamou a emergência, salvando sua vida.




Lindo, Missy!!!

sábado, 7 de agosto de 2010

Filó: não estou só nessa história de ser conquistada pelos cães. Leiam esta  crônica deliciosa escrita pela Marcela Buscato, jornalista da revista Época, publicada no Blog 7X7

Eu sempre achei rí-dí-cu-la essa história de tratar cachorro como gente. De chamar de “bebê” e falar “vem com a mamãe”. E cachorro dentro de casa, então? Aquele monte de pelo caindo por tudo, uma falta de higiene total. E olha que eu sempre gostei do bicho. Mas é que, se a gente para e pensa, cachorro dentro de casa não é muito higiênico mesmo. E ninguém é mãe de cachorro, certo? Certo até ele aparecer.


Faz uns oito anos. Na porta de casa, com alguns meses de idade, magrelo de mostrar as costelas, pulando na gente para brincar. Suportei por alguns dias, até ele aparecer mancando. Tinha sido atropelado. Assim já é demais! Rumei para o veterinário. Eu com a criatura no banco de trás do carro. O namorado dirigindo. Mas foram só alguns quarteirões nessa situação. Assim que o bicho começou a querer intimidades – pular no colo, lamber a cara – eu providenciei uma troca de postos. Paramos no meio da rua, eu assumi a direção e o namorado o bicho peludo e cheio de pulgas. Juro que dava para vê-las andando na barriga dele (do cachorro, não do namorado). O veterinário fez a atadura e voltamos para casa. Mas ele vai ficar aí, no meio da rua? E se chover? Não pode molhar a faixa. Põe ele para dentro do portão. É só até tirar a atadura, é por uma semana. Claaaaro!!! O bicho entrou e nunca mais saiu.


Ganhou nome: Thor. Uma bolinha de borracha colorida, um pote para água, outro para a ração. Até casa própria, com telhadinho pintado de azul porque ele é menino. Custou quase um salário inteiro, um dos primeiros que eu ganhei como estagiária na faculdade. Se os bens materiais do cachorro podiam ser contados nos dedos das patas, o carinho que a criatura ganhou não dá para dimensionar. É Thor, né? Mas também atende por Totó, Tots, Baby, Bebê, Bê, Nenê, Nêne (pronunciado assim mesmo), Neno, Nenucho, Chuchu, Churux. Abro a geladeira na hora do almoço e grito com a cara enfiada lá dentro:


- Mãe, onde está o chuchu?
- Sei lá, deve estar enfiado debaixo da cama.
- Não, mãe. O chuchu de verdade, não o cachorro.


Juro.


O cachorro, coitado, não entende a maluquice do monte de apelidos. O que ele entende mesmo é o tom da voz, que é invariavelmente assim: “nhê-nhê-nhê”. Para quem achava o cúmulo chamar cachorro de “Bebê”, estou bem. Já temo pelas minhas cordas vocais. Posso adquirir um calo de tanto forçar a voz nesse ta-ti-bi-ta-ti cachorrífico?


Pelo menos, escapei de virar mãe de cachorro. Porque quem virou foi a minha mãe. “Vem cá que a mamãe dá papa para você”. Ah, sim, porque o bicho não come sozinho, minha gente. Late, bate na vasilha até que alguém venha dar ração para ele. DE GRÃO EM GRÃO! Tem um sapo de pelúcia (que ele roubou de mim, presente de uma amiga querida). Recebe o brinquedo todas as noites, depois do biscoito, “para fazer nana”. No inverno, veste o “pijaminha”. Xadrez ou estampado com leõezinhos.


A casinha de teto azul jaz em algum canto do quintal. Porque ele se mudou de sapo, paninho e osso para dentro de casa. Fui viajar para a Finlândia. Abro a mala, visto aquele casaco que eu nunca uso no Brasil e vou conhecer a cidade. No espelho do elevador, eu vejo: tem pelo de Thor até na Finlândia! Agora, nessas noites frias, ele decidiu que a minha cama é um lugar bem aconchegante para dormir. Enquanto estou lendo um livro, até deixo ele deitado no pé. “Ah, daqui a pouco ele desce”. Canso do livro, apago a luz, tento esticar a perna. Nada da criatura se mexer. Empurro ele com as pernas para fora da cama. Parece uma pedra. Acendo a luz. Está respirando. Empurro de novo. Nada. Me vejo às 2 da manhã, tentando convencer o cachorro a dar o MEU lugar na MINHA cama. “Thor, é um, é dois, é três: desce!”, “Aqui ô, no tapetinho, fofinho, quentinho, olha que gostoso”. Incomodado porque eu estava atrapalhando o sono dele, o cachorro resolve descer da cama. E eu fico com o coração apertado. Onde é que isso vai parar?



PS: Filó, não siga o exemplo do Thor: na minha caminha, não!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

domingo, 1 de agosto de 2010

Cães, melhor não tê-los. Mas, se não tê-los, como sabê-lo?

Filó:
Coloquei este artigo no seu blog, pois venho mudando minha visão sobre os cães paulatinamente. Sempre fui alérgica, asmática de carteirinha. Ao crescer, escolhi a medicina como carreira e a Alergia como especialidade.  Não podia ser pior: alergista e asmática: como poderia gostar de cães?
Na verdade, não gostava nem desgostava: apenas ignorava, considerava os cães como cidadãos de segunda classe, desnecessários e sem a menor importância.
Mas a Denise, ao trazer Filó, mudou minha visão: cães são o próprio carinho ambulante, o amor desinteressado e vivo, sempre pronto a te dar, sem nada cobrar. E, quando assustei, já estava plenamente conquistada. Hoje, não consigo ver um "olhinho pedinte"...

Por isso, me sinto plena para publicar este texto:


Um levantamento realizado pelo Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP) reuniu uma série de estudos que comprovam a convivência com cães é benéfica para saúde dos bebês. Segundo a pesquisadora Carine Savalli Redígolo, crianças que têm cachorro estão menos suscetíveis às alergias e dermatites tópicas.  A pesquisadora afirma que certas proteínas que desempenham um importante papel na regulação do sistema imunológico e das alergias aumentam significativamente em bebês de um ano de idade quando expostos precocemente a um cão. “Também foi observada a redução de rinites alérgicas aos 4 anos de idade e aos 6 a 7 anos devido à redução da imunoglubina E – um anticorpo que quando em alta concentração, sugere um processo alérgico”, disse.


Mesmo sem saber deste estudo, a professora Anarrúbia Alves Amaral Silva Oliveira, grávida de 7 meses, vai manter as poodles Fadinha e Belinha perto da filha. “Minhas cadelas são vacinas, vermifugadas e não vejo por que mudar a rotina da minha casa com a chegada da Valentina”, disse.  A professora afirma que foi criada cercada por bichos e nunca teve problemas de saúde. “Faço questão que minha filha conviva com animais para adquirir resistência. A Belinha entra no quarto do bebê, deita embaixo do berço e não vou proibi-la de fazer isso”, afirmou.


Casais com filhos pequenos preferem não ter animais.  Apesar de vários estudos comprovarem os benefícios de ter um animal de estimação, uma pesquisa realizada pelo Radar Pet mostra a resistência dos casais que possuem filhos pequenos adquirirem um cão ou gato: 44% que têm pelo menos um pet são de casais com filhos jovens ou adolescentes; este número cai para 16% quando se trata de casais com filhos de até 9 anos.  A empresária Paula Magnino e o marido não fazem parte dessa estatística. Os filhos: Rafaela, 5 anos, Rave, 7 meses, convivem com animais de estimação desde que nasceram. A família tem hoje as vira-latas Nega e Loirinha juntamente com as crianças. “Meus filhos sempre conviveram com cães e gatos. Eles nunca tiveram alergia e dificilmente adoecem. O Rave não sabe o que é antibiótico e a Rafaela só tomou remédio aos 4 anos”, disse Paula Magnino.  A empresária afirma que a maioria dos pediatras não aprova a convivência das crianças com os animais. Ela só vê benefícios. “A convivência com os cães deixa meus filhos mais alegres e expressivos. A Rafaela me ajuda alimentar as cadelas e está sempre atenta com a saúde delas”, disse.


A pesquisadora Carine Savalli Redígolo afirma que um gesto simples pode trazer importantes efeitos ao sistema imunológico de pessoas de qualquer idade. “Acariciar um cão pode elevar os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação viral ou bacteriana, importante na prevenção de várias patologias. Este resultado se deve, possivelmente, ao relaxamento que o contato com o animal proporciona”, disse.

Imunoglobulina A, sistema imunológico, anticorpo presente nas mucosas ... Um monte de palavras humanas para descrever o sentimento de amor e fidelidade canina que não precisa de palavras para ser descrito.  Deixa pra lá...

É isso aí, Filó! Continue sendo o que você sempre foi: uma cachorrinha carinhosa, amiga e independente das palavras humanas! 

domingo, 25 de julho de 2010

Colete salva vidas canino




 Nem todo cachorro sabe nadar.
 Que tal usar um colete salva vidas?
O objetivo deste traje é manter os cães a salvo, caso caiam na água. Mas é um pouco estranho, não acham?  Dizem seus criadores que é totalmente à prova de capotagem, ou seja, é totalmente estabilizado lateralmente. O precito? Uns 100 dólares.
Será que você aceitaria este modelito, Filó?