sexta-feira, 21 de maio de 2010

Cães obesos



Filó, estamos preocupados com você. 


O seu peso está no limite... A Dra Bia, sua querida veterinária já sinalizou: vamos controlar sua alimentação, aumentar suas atividades...
  
Eu li na internet: 


"Dachshund: Em termos de saúde e dado que é uma raça criada artificialmente, importa saber quais os pontos fracos do organismo destes cães. De fato, devido ao comprimento exagerado do seu tronco, tem grande propensão a sofrer de problemas na coluna vertebral, principalmente se o cão sofrer cumulativamente de obesidade. O dono de um exemplar desta raça deverá evitar que o animal suba e desça escadas e deve incentivá-lo a fazer longas caminhadas diárias". 


Você quer ficar assim?


Então, vamos seguir as regras:
E resolvemos aderir à campanha:



sábado, 15 de maio de 2010

Passeio no metrô

A notícia chama a atenção.

Em Moscou, os cães de rua andam de metrô, tranquilamente, misturados aos passageiros.


Será que ele está aguardando e escolhendo o trem certo para poder embarcar?


Este aqui parece dormir na sala de sua casa.

A reportagem mostra imagens muito curiosas, incluindo um filme onde 2 cães resolvem transar, dentro do vagão! Para ler a notícia na íntegra, clique aqui

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Animal merece respeito!



Rio, Friburgo, assim como muitas cidades, têm uma imensa população de cães de rua, muitos abandonados por seus donos, à própria sorte. Se alguns encontram pessoas que oferecem comida, água e abrigo; outros não sobrevivem. Sofrem com maldades, perambulando sem rumo.

Confesso, Filó, que antes de ter você eu passava sem perceber, olhos cegos para ver ou sentir estes animaizinhos. E você fez meu coração amolecer pouco a pouco até virar manteiga. Meus olhos passaram a ver os múltiplos olhinhos pidões destes cães, que nos seguem por um carinho a mais, um simples olhar.

Há os ariscos, assustados - sabe-se lá o que já passaram na sua vida ao relento, sujeitos às maldades humanas. Mas, muitos, apesar de tudo, mantém seu olhar amoroso aos humanos nem sempre merecedores do seu carinho infinito.
Vamos adotar os cães abandonados? Porque comprar, se tantos vagam sem dono, pedindo um cantinho pra viver em paz? Mas, uma adoção responsável implica em proteção, cuidados veterinários e responsabilidade.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Filó: veja esta notícia!


Dá pra acreditar?

Vestido de noiva exclusivo com véu e grinalda, marcha nupcial, bolo de dois andares e uma festa para centenas de convidados na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Imitando um casório do high society, os protagonistas Bruna e Lui, dois cães da raça yorkshire, vão selar a união de cerca de seis meses numa festa com pompa e glamour.

Luxo e requinte têm seu preço. Segundo o cerimonialista do evento, Marco Antônio Totó, os donos dos cães, com o apoio de alguns amigos, vão gastar cerca de R$ 12 mil no casamento.
O cerimonialista adianta que os convidados caninos terão um buffet self-service especializado para eles. O cardápio inclui bombons, doces, snakes e ossinhos, todos sem açúcar, ingrediente prejudicial aos bichinhos. As bebidas serão água e isotônicos produzidos especialmente para os pets. Para garantir o entretenimento, um grupo de adestradores foi contratado para animar a festa.

O evento está marcado para o dia 15. Até chegar o grande dia, a noiva Bruna experimenta semanalmente o vestido, feito sob medida. O modelo, confeccionado com tecido importado, custou cerca de R$ 700. A cadelinha também vai receber o tradicional dia de noiva numa loja especializada onde o serviço de banho, tosa, hidratação de chocolate e ofurô sai a R$ 160.
O dono do noivo Lui promete deixar seu cãozinho elegante e já providenciou um fraque, também de alta costura. Marco Antônio Totó explica que no convite distribuído aos convidados terá o aviso “Traga o seu cão arrumadinho”, para que todos os convidados compareçam com a roupa adequada. O cão mais arrumado, segundo Totó, vai ganhar um prêmio. Um frei beneditino foi convocado para dar a benção ao casal, que será celebrada com a oração de São Francisco de Assis. Um altar com a imagem do santo protetor dos animais será instalado no local. A lua de mel dos cães, que nunca cruzaram, será numa pousada nas proximidades de Visconde de Mauá, no interior do Rio.

O casamento de Bruna e Lui, noticiado na coluna Gente Boa, do jornal O Globo, promete marcar época no mundo dos caninos da Barra da Tijuca, mas os dois yorkshires se conheceram no final de 2009, no ParCão da Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul. Desde então, os cãezinhos se apaixonaram e passaram a se ver quase todos os dias.

sábado, 17 de abril de 2010

"Noblesse oblige"


Ai, Filó!

É bom ser uma cachorrinha querida, mimada,
mas,
isso pode doer...


Não tem como fugir da vacinação anual.


"Noblesse oblige" - ela se comportou muito bem:
altivez, porte nobre e coragem neste difícil momento...


Eca!



sábado, 27 de março de 2010

Primos de Mato Grosso


Estes são os primos da Filó lá de Mato Grosso. 


E, na verdade estes são apenas 2 representantes de uma graaande família! São 8 ou 9 cachorros morando na Chapada dos Guimarães. Moram bem, não?


Mas, os planos incluem uma mudança para Cuiabá para uma casa bem grande, ou melhor, para um canil bem grande, que por acaso tem também uma casa junto...

Beijos para todos!

sexta-feira, 19 de março de 2010

Olhar de um cão



Recebi um comentário sobre os textos deste blog que me fez pensar.

Como surge o amor por um cão?
O que nos conquista?

Não sei a resposta. Ou melhor, sei que são muitas as respostas, pois variam em cada pessoa, em cada vivência com o mundo canino.


Mas, no meu caso, a resposta é muito clara.
Eu não resisti ao "rico olhar pidão"!

Como me disse a prima, autora do comentário:
" a gente pode ser bonito, feio, velho, jovem, rico, pobre, mas o olhar dos cães... Parece que os cães enxergam seus donos e pessoas queridas como verdadeiros deuses!

É um carinho sem preço ou cobrança. É um amor incondicional!



Parece que sentem uma saudade eterna da nossa presença. Basta sair por alguns minutos, e lá vem Filó, nos receber com pulos de alegria

Sabem cobrar carinho. Ou não! Ou apenas sentar aos seus pés, calados e "dormitando".


Quantas vezes estou no computador e sinto um par de olhos, silenciosos, grudados em mim. E lá está Filó, quietinha, respeitando meu momento, mas só aguardando uma pequena deixa para entrar em cena, pular, latir, brincar!

Mas, o olhar, ah! O olhar dos cães! É irresistível.
E, desde que passei a conviver com a Filó, passei também a observar o olhar dos cães que encontro pela rua.

Confiram vocês mesmos:






E finalizo com as palavras da prima:
- Acho que a Dê fez um grande favor a esta família "descanisada"!


PS: as fotos dos cães de rua são do vovô Junior e a foto da Filó foi feita pela Dê

sábado, 13 de março de 2010

O sono dos cachorros
















Eu falei sobre o sono da Filó.


E hoje li uma reportagem publicada na edição de Março 2010 da revista "National geographic Brasil" chamada "Nosso amigo vira-lata" e aprendi muitas coisas. A primeira, é exatamente sobre o papel importante que os cães tiveram para os seres humanos em seus primórdios.

Nunca havia pensado nisso. Durante centenas de milhares de anos, o sono dos seres humanos foi leve e conturbado. Animais selvagens, predadores, grupos inimigos e ameaças de todo tipo impediam qualquer pessoa de dormir profundamente. Era preciso estar vigilante.

As noites humanas passaram a ser mais tranquilas graças ao cachorro. A domesticação dos cães, com sua excepcional capacidade de detectar intrusos pelo ruído e pelo olfato, latindo e dando sinal nas proximidades do acampamento humano foi uma enorme mudança na vida cotidiana.

Os seres humanos puderam enfim relaxar e dormir sem sobressalto.Entrar num estágio de sono profundo, descansar e se dedicar a atividades mais criativas.

Hoje, o cão é encontrado em todo o mundo como animal doméstico. Difícil imaginar uma comunidade - em qualquer canto do mundo - sem cachorros.

Na verdade o tema da reportagem é o vira-lata, cão que todos conhecemos, rodando pelas ruas do Brasil.

Citando a reportagem:

O vira-lata brasileiro é um cão autônomo, de grande inteligência e com enorme capacidade de conformação. Seus formato e tamanho são médios. Sua pelagem é curta e de cores ajustadas às condições ambientais, variando do negro ao bege-claro. Correm, nadam, sabem dissimular e têm todos os sentidos aguçados e bastante equilibrados. Muitas pessoas certamente ficariam na dúvida em identificar o nome de certa raça de cachorro com pedigree, mas poucos hesitariam em reconhecer um vira-lata, um rasga-saco, um pé-duro ou um, na linguagem formal dos veterinários, SRD (ou sem raça definida).

O SRD tolera e resiste a doenças e enfrenta sozinho condições ambientais adversas nas quais outros cães não teriam nenhuma chance de sobrevivência, seja no meio do mato, seja na área rural ou mesmo nos grandes centros urbanos. Oposto aos cachorros de raça, especialistas por natureza, o vira-lata é antes de tudo um generalista. Seu talento, seu conhecimento e seu interesse se estendem a vários "campos", não se confinando em nenhum setor, como seus parentes com pedigree. Ele está geneticamente equipado para lidar com diversas situações, impostas pela natureza ou pelos seres humanos.


Visite o site e leia a reportagem na íntegra.
Não deixe de ver o vídeo sobre os bastidores onde o vira lata é a estrela principal!


domingo, 7 de março de 2010

Acordar, alongar ...



Olhos atentos por um momento.
E, logo depois, relaxados e dormindo. Um segundo após: acordado!

Perdeu o interesse, dormiu novamente...

Já reparou como sono de cachorro é leve?

Dormem com os olhos fechados, mas sentidos aguçados. Ao menor barulho, movimentação ou alteração da rotina e zap! estão acordados.


Acordar é fácil.

A diferença é que nós humanos acordamos aos pouquinhos: abrimos os olhos, começamos a perceber o ambiente, sentir o redor, acordando pouco a pouco o corpo.

Cachorro? Acorda num flash, de imediato, por mais profundo que seja seu sono. Abriu os olhos e já está atento a tudo, movimentos, luzes, ruídos.

Até aí tudo bem.

Mas, o que mais admiro é a facilidade em voltar a dormir. E dorme, acorda, dorme acorda, num ritual diário, sem fim, sem hora pra terminar. Filó pode dormir no meio do dia, acordar, bocejar, alongar...

Pausa pra chamar a atenção ao alongamento: acordou, alongou. Quantas vezes dormir, quantas vezes acordar, quantas vezes irá alongar. Mais uma lição a ser seguida por nós humanos...

sábado, 27 de fevereiro de 2010


Dá pra entender os cachorros?
Acho que sim, pois são simples e transparentes.

Querem carinho, comida e tranquilidade.


Mas, péra aí... não é o mesmo que queremos?
Então, onde está a complicação?

Não sei, cachorros podem ser dóceis, melhores amigos, mas também podem ser feras. Qualquer semelhança, não é mera coincidência.


Será que é mesmo tão fácil entender?

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Fotos da amiguinha Sukhi



Recebi estas fotos (lindas) da amiga Sukhi no carnaval e aproveitei para publicar também o depoimento de sua avó:

" A verdade que essas criaturinhas fazem grande diferença em nossas vidas. Lembro-me de um passado não tão remoto de alguém que falava que nunca seria avó de cachorro! E hoje, não deixa de colocar o blog da Filó em dia...

Mas a vida é assim mesmo, sem a gente perceber eles tomam espaço em nossas vidas e nós ficamos rendidos a essas coisinhas lindas. Sou vó de cachorro sim, com muito orgulho."

E eu pergunto: eu tenho moral pra discordar desta afirmação?

Passeando...



Hoje estava pensando.
Sempre que saio com a Filó pra passear, a cena se repete.

É só dar alguns passos, cruzar com outro cão e lá vem papo! Em geral, os cães se cheiram, brincam - às vezes se estranham, e continuam. Mas os donos, ah! os donos! estes puxam assunto, conversam e logo se tornam íntimos.

Copacabana é uma área de muitos cães e muitos idosos. Em geral, os dois se dão muito bem, já que muitas vezes o cão se torna uma companhia querida para os idosos. E, como me disse uma senhora simpática enquanto esperava que seu poodle fizesse suas necessidades:

- Eu vivia triste, pouco saía de casa. Minha alegria era assistir televisão. Aí minha filha me deu a "Fofa" . Eu reclamei, achei que não ia me adaptar e hoje só agradeço este presente que mudou minha vida. Eu saio no mínimo duas vezes ao dia, ela me faz companhia. Hoje eu caminho na praia, junto com a Fofa, é claro e faço muitos amigos. Como agora, por exemplo...

E continuamos o papo, revelando uma pessoa alegre, alto astral, transmitindo bem estar e alegria.

Pensei com meus botões: eu também não escolhi a Filó. Não tenho a mesma vivência que ela, mas não posso deixar de constatar que ela fez muita diferença lá em casa.

Eu tenho poucas oportunidades para sair com Filó pois o trabalho ocupa meu tempo, mas sempre que posso, pego na coleira e chamo:

- Filó, vamos pra rua?

É suficiente: ela corre para uma cadeira, sobe e já se coloca na posição para que a coleira se adapte ao seu corpo, rabo em velocidade supersônica e lá vamos nós, caminhar e fazer novas amizades.



terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Fri - cão 2010

Hoje é terça feira gorda, terça feira de carnaval, último dia oficial da folia de Momo! 


Filó está no Rio e hoje em Friburgo aconteceu o II Fri - cão.  
É isso mesmo, agora Friburgo tem um dia de carnaval dedicado aos cães, com direito a fantasia, desfile, concurso e prêmios.


É verdade que a farra é mais dos donos do que dos cães. Mas, alguns se empenham e até gostam da agitação, da bagunça e, é claro, da atenção de todos. Sobram copinhos com água e biscoitinhos deliciosos para todos.




No ano que vem, Filó, vou te inscrever. 
Quem sabe não poderá ser a nova top model: 

Fri - cão 2011?
Ou será Fri - cadela?


Mas, vamos às fotos do momento canino 2010:

Os amiguinhos são flamenguistas, como você, Filó!

Esta é forte concorrente no quesito elegância.

Um caipira perdido no carnaval?

Johnny Pinscher, você por aqui?

O campeão (pelo menos para mim): 
O pierrô apaixonado à procura de sua colombina!


E tenho dito: EVOÉ, MOMO!!!


Tentação...



Filomena estava só na dela...

Deitada em frente ao sofá, parecia ignorar solenemente a família reunida jantando animadamente na mesa de jantar. Bocejava de vez em quando e com os olhos semicerrados, deixava o sono modorrento da noitinha tomar conta do corpo.

No entanto... o cheiro do frango!
Nossa, devia estar uma delícia. Levantou ligeiramente a cabeça para sentir o que realmente acontecia. Caramba, os quatro bípedes da casa estavam realmente devorando uma ave!

E o cheiro cada vez mais inebriador começou a despertar Filó de vez! Precisava avaliar bem a situação: sabia que não adiantava pedir: ou iam lhe jogar um pedacinho bem mixuruca ou pior, miolo de pão! Eca!

Virou o corpo na direção da mesa de jantar, se espreguiçou e lentamente veio andando para junto da humana que considerava sua dona. Percebendo que ela segurava um pedaço da ave em uma das mãos e deixara um naco no prato, acelerou e rápida como um raio, deu um pulo em seu colo, abocanhou inteirinho o frango e saiu lépida em direção a sua caminha, para devorar a delícia.

Ah, os prazeres de um bom prato!
Mas Filomena, em sua gula, acabou se esquecendo completamente do “não”, um comando que homens e cães conhecem há mais de dez mil anos, quando começaram a conviver juntos.

E lá se foi Filomena para o castigo, ficar no escuro no banheiro e pior, sem sua ave. Tudo bem, pensou, cachorros tem a vantagem de só viver o presente.

Logo, logo isso passa.


Autor do texto: vovô

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Estou de volta!









Andei sumida, não é?


Fiquei sem tempo para escrever e fugi por um tempo.

Mas... voltei!




Filó está uma graça, dengosa como só ... 


Sua vida mudou bastante: a Dê agora passeia com ela duas ou três vezes ao dia. Pedido da veterinária, pois a bichinha ganhou peso depois da cirurgia. Também, comer e dormir não é uma fórmula vitoriosa de saúde pra ningém, nem para humanos, quanto mais para cachorros!

Filó cresceu, está muito carinhosa. Mas também sabe rosnar e latir como ninguém. Bastou fazer barulho no corredor, na rua e pronto: late, briga, rosna. Como seu latido é forte, chega a assustar as pessoas.

No entanto, toda essa animação acaba quando a pessoa que chega traz algum tipo de comida. Aí é toda amiguinha... Pode ser o entregador de pizza, do supermercado, desde que tenha "aquele" cheirinho que ela identifica de longe.

Aí se torna acolhedora e só falta falar: "Seja bem vindo. Pode entrar que a casa é sua!"



Por isso, ganhou o apelido de ...
"Cã de Guarda".
Pode?



sábado, 29 de agosto de 2009

Fui castrada! OOOps! Desculpem: histerectomizada!

 

Olha só a minha pôse após a cirurgia...

Foi uma dificuldade só para decidir pela operação de castração. OOps! Desculpem: pela histerectomia! Denise e vovô Junior morriam de peninha. O resto da torcida era a favor, a fim de acabar com o terrível "pinga pinga" de sangue pela casa nas menstruações. 

E, a grande adesão: a veterinária Bia defendeu a castração alegando que protege o animal contra o câncer de útero, comum em sua raça. Aí houve um desequilíbrio nítido de forças a favor da cirurgia. Ficou ainda bem mais facil quando entrou na história a Ana Carolina, veterinária que surgiu como fada para operar Filó! Mesmo assim, na véspera da cirurgia ainda se ouviam pela casa os suspiros e sussurros: coitadinha!

A cirurgia foi tranquila! Logo depois, ainda grogue, realmente deu peninha, mas logo logo logo ela se recuperou.E a recomendação era clara: deixe que ela se levantará e se alimentará sózinha quando se sentir melhor. Não deixe que pule durante 10 dias até retirar os pontos. A família em volta: está bem? dormiu? acordou? fez xixi? fez cocô? está com cara de dor?  

No outro dia, Filó já caminhava pela casa, ainda lentamente e cercada de carinhos. Mas, do segundo dia em diante...

Esqueceram de dizer pra Filó que ela não podia pular! Aí começou o corre corre: tampam-se as cadeiras, sofás... Segura Filó... E a paciente, nem aí... Brincava, corria feliz pra lá e prá cá, dando aulas de recuperação saudável.

Não poderia deixar de falar do carinho da mamãe Denise. Até a tia Mariana, cirurgiã pediátrica, imbuída do espírito de tia da Filó, se transformou numa dedicada enfermeira canina, revezando com Denise nos cuidados, curativos e depois retirando os pontos. 

Bem, todos suspiramos aliviados e ela está ótima... os pêlos estão crescendo recobrindo a cicatriz e nem se nota a cicatriz.

Agora vejam esta linda foto feita pelo vovô e digam a verdade: ela estava ou não posando para o fotógrafo???

Linda, Filó!!!

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Bo: um amiguinho muito importante


Esta é a foto "oficial" de Bo, cão da família Obama, divulgada hoje pela assessoria da presidência dos Estados Unidos: ele posou nos jardins da Casa Branca.



Chique, heim?

É isso aí, Filó: 

Aprenda, pois quando nos tornarmos a "1ª família", 
você estará treinada para sua foto oficial!!!

sábado, 30 de maio de 2009

Filó - por Carlos Emerson Junior



Filó foi ideia de minha filha mais nova, quando foi morar sozinha. Inicialmente teve o falecido Lulu, que com problemas renais congênitos, não durou mais do que 5 meses, coitado.


Depois dessa traumática experiência, pensamos que o assunto estivesse encerrado. Que nada, a menina é igual ao brasileiro do Lula, não desiste nunca. E apareceu com mais um daschund, desta vez preto e muito medroso.


Cachorro medroso é um porre: late para tudo e corre para procurar proteção atrás de você. Ou embaixo de sua cama. Ou até mesmo, dentro do seu guarda-roupas....


Aliás, Filó é fêmea e aí descobri que elas também menstruam, com a agravante do ciclo durar cerca de um mês e a cachorra não aceitar de jeito algum usar qualquer tipo de calça descartável ou coisa do gênero. Resultado: poltronas, sofás, camas e cadeiras tem que ficar protegidos e gotinhas de sangue pelo piso todo.... é dose.


Mas tem suas compensações. Você chega em casa, cansado e/ou aborrecido e lá vem ela demonstrar sua alegria e amizade, aos pulos, latidos e choros. Nunca mais usamos despertador, já que às seis e trinta, infalivelmente, Filó adentra pelos quartos para acordar todo mundo.


E na hora das refeições ? É a primeira a chegar e, claro, a última a sair, não sem antes se equilibrar em pé sobre as patas traseiras para ver se realmente não tem mais nenhuma comida na mesa. E olha que ela só ganha uns miolinhos de pão e, de vez em quando, uns pedacinhos de frango. Comida de cachorro é ração! Mas acho que para ela o importante é a reunião da família e a esperança de sobrar alguma coisa mais apetitosa, sei lá.


Enfim... sempre falo que quem tem Filó em casa nunca fica só ou entendiado. Sair com a cachorra para passear significa conversar com diversos donos de outros cachorros. A maior social!


Fica aí a foto da Filomena, feita lá no Rio de Janeiro, onde ela mora, na semana passada. E confesso que aqui na serra é que sinto como ela faz falta.


Um bom final de semana para todos os amigos!




Foto: Carlos Emerson Junior

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

terça-feira, 30 de dezembro de 2008




A festa de natal foi muito bonita e a Filó se comportou muito bem: brincou com todo mundo. Bem, menos com a Tuta, com quem ela implica.


Ficou muito bonita com sua roupa de Natal. E na hora da distribuição dos presentes latiu muito. Ganhou um lindo brinquedo e ao final, desmaiou de tão cansada.


Publicarei algumas fotos assim que estiverem comigo.


Boas Festas!

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Saudades



Denise viajou para os EUA por 10 dias e Filó ficou conosco. estranhou muito no início mas depois foi gostando da mordomia - ficamos no Rio especialmente para cuidar dela.


Ficou carinhosa, aninhada ao nosso lado. Adorou sair para passear, mesmo nos dias em que voltamos correndo por causa da chuva.


domingo, 21 de setembro de 2008

Boa vida, heim, Filó?



Estamos em Nova Friburgo, cidade serrana próxima ao Rio de Janeiro e aqui está muito frio, com temperaturas mantidas abaixo de 10º.
















Aqui são numerosos os cães de rua, vira latas, perambulando pelas ruas e à mercê das condições do tempo.


Ainda bem que existem muitas pessoas que ajudam, protegem e alimentam estes animaizinhos.


E olhando para eles, não pude deixar de pensar na Filó, sempre mimada e protegida por todos da casa. Com muito menos frio, mas com muito mais carinho...




Não seria bom se todos os cães tivessem o mesmo carinho?
Quem sabe, um dia...
Sorte sua, Filó...

domingo, 10 de agosto de 2008

Minha coleira nova

Denise viajou e Filó ficou conosco por 10 dias. 
No início estranhou, mas pouco a pouco se adaptou à nova rotina.
Ontem, saímos para passear, mas ela não parecia animada para sair de casa
.



De coleira nova, vermelha, segundo a última moda - confortável e segura - mas, acho que preferia ficar em em casa.
E se aconchegou no sofá...








Ninguém conseguia tirá-la!











Mas no final, depois de muito esforço, saiu toda animada, rebolando seu bum bum preto, roliço e gordinho.Mas, após a habitual parada para o cocô, caiu a maior chuva e tivemos que voltar.



domingo, 6 de julho de 2008

Este texto tirei do Blog do vovô CEJunior


Pois é... segundo os cientistas da Universidade da Pensilvânia, nos States, eu tenho em casa a cadela mais feroz do mundo, muito pior do que o Pitt Bull, Rottweiler, Doberman e outros menos votados. E a coisa é séria (eu acho...): um de cada cinco daschunds (a raça do salsicha) já atacou ou tentou atacar estranhos e um a cada 12 já encarou o próprio dono!!!

Um cão assassino, sem sombra de dúvida. E, por via das dúvidas, já pedi para minha filha providenciar focinheiras e placas com aquele aviso: "Cão Feroz: Não Entre".

Aliás, pela pose da Filó na foto vocês podem constatar sua ferocidade!!


Fonte: Portal G1
Foto: Carlos Emerson Jr.

Visite o Blog do Cejunior