domingo, 7 de março de 2010

Acordar, alongar ...



Olhos atentos por um momento.
E, logo depois, relaxados e dormindo. Um segundo após: acordado!

Perdeu o interesse, dormiu novamente...

Já reparou como sono de cachorro é leve?

Dormem com os olhos fechados, mas sentidos aguçados. Ao menor barulho, movimentação ou alteração da rotina e zap! estão acordados.


Acordar é fácil.

A diferença é que nós humanos acordamos aos pouquinhos: abrimos os olhos, começamos a perceber o ambiente, sentir o redor, acordando pouco a pouco o corpo.

Cachorro? Acorda num flash, de imediato, por mais profundo que seja seu sono. Abriu os olhos e já está atento a tudo, movimentos, luzes, ruídos.

Até aí tudo bem.

Mas, o que mais admiro é a facilidade em voltar a dormir. E dorme, acorda, dorme acorda, num ritual diário, sem fim, sem hora pra terminar. Filó pode dormir no meio do dia, acordar, bocejar, alongar...

Pausa pra chamar a atenção ao alongamento: acordou, alongou. Quantas vezes dormir, quantas vezes acordar, quantas vezes irá alongar. Mais uma lição a ser seguida por nós humanos...

sábado, 27 de fevereiro de 2010


Dá pra entender os cachorros?
Acho que sim, pois são simples e transparentes.

Querem carinho, comida e tranquilidade.


Mas, péra aí... não é o mesmo que queremos?
Então, onde está a complicação?

Não sei, cachorros podem ser dóceis, melhores amigos, mas também podem ser feras. Qualquer semelhança, não é mera coincidência.


Será que é mesmo tão fácil entender?

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Fotos da amiguinha Sukhi



Recebi estas fotos (lindas) da amiga Sukhi no carnaval e aproveitei para publicar também o depoimento de sua avó:

" A verdade que essas criaturinhas fazem grande diferença em nossas vidas. Lembro-me de um passado não tão remoto de alguém que falava que nunca seria avó de cachorro! E hoje, não deixa de colocar o blog da Filó em dia...

Mas a vida é assim mesmo, sem a gente perceber eles tomam espaço em nossas vidas e nós ficamos rendidos a essas coisinhas lindas. Sou vó de cachorro sim, com muito orgulho."

E eu pergunto: eu tenho moral pra discordar desta afirmação?

Passeando...



Hoje estava pensando.
Sempre que saio com a Filó pra passear, a cena se repete.

É só dar alguns passos, cruzar com outro cão e lá vem papo! Em geral, os cães se cheiram, brincam - às vezes se estranham, e continuam. Mas os donos, ah! os donos! estes puxam assunto, conversam e logo se tornam íntimos.

Copacabana é uma área de muitos cães e muitos idosos. Em geral, os dois se dão muito bem, já que muitas vezes o cão se torna uma companhia querida para os idosos. E, como me disse uma senhora simpática enquanto esperava que seu poodle fizesse suas necessidades:

- Eu vivia triste, pouco saía de casa. Minha alegria era assistir televisão. Aí minha filha me deu a "Fofa" . Eu reclamei, achei que não ia me adaptar e hoje só agradeço este presente que mudou minha vida. Eu saio no mínimo duas vezes ao dia, ela me faz companhia. Hoje eu caminho na praia, junto com a Fofa, é claro e faço muitos amigos. Como agora, por exemplo...

E continuamos o papo, revelando uma pessoa alegre, alto astral, transmitindo bem estar e alegria.

Pensei com meus botões: eu também não escolhi a Filó. Não tenho a mesma vivência que ela, mas não posso deixar de constatar que ela fez muita diferença lá em casa.

Eu tenho poucas oportunidades para sair com Filó pois o trabalho ocupa meu tempo, mas sempre que posso, pego na coleira e chamo:

- Filó, vamos pra rua?

É suficiente: ela corre para uma cadeira, sobe e já se coloca na posição para que a coleira se adapte ao seu corpo, rabo em velocidade supersônica e lá vamos nós, caminhar e fazer novas amizades.



terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Fri - cão 2010

Hoje é terça feira gorda, terça feira de carnaval, último dia oficial da folia de Momo! 


Filó está no Rio e hoje em Friburgo aconteceu o II Fri - cão.  
É isso mesmo, agora Friburgo tem um dia de carnaval dedicado aos cães, com direito a fantasia, desfile, concurso e prêmios.


É verdade que a farra é mais dos donos do que dos cães. Mas, alguns se empenham e até gostam da agitação, da bagunça e, é claro, da atenção de todos. Sobram copinhos com água e biscoitinhos deliciosos para todos.




No ano que vem, Filó, vou te inscrever. 
Quem sabe não poderá ser a nova top model: 

Fri - cão 2011?
Ou será Fri - cadela?


Mas, vamos às fotos do momento canino 2010:

Os amiguinhos são flamenguistas, como você, Filó!

Esta é forte concorrente no quesito elegância.

Um caipira perdido no carnaval?

Johnny Pinscher, você por aqui?

O campeão (pelo menos para mim): 
O pierrô apaixonado à procura de sua colombina!


E tenho dito: EVOÉ, MOMO!!!


Tentação...



Filomena estava só na dela...

Deitada em frente ao sofá, parecia ignorar solenemente a família reunida jantando animadamente na mesa de jantar. Bocejava de vez em quando e com os olhos semicerrados, deixava o sono modorrento da noitinha tomar conta do corpo.

No entanto... o cheiro do frango!
Nossa, devia estar uma delícia. Levantou ligeiramente a cabeça para sentir o que realmente acontecia. Caramba, os quatro bípedes da casa estavam realmente devorando uma ave!

E o cheiro cada vez mais inebriador começou a despertar Filó de vez! Precisava avaliar bem a situação: sabia que não adiantava pedir: ou iam lhe jogar um pedacinho bem mixuruca ou pior, miolo de pão! Eca!

Virou o corpo na direção da mesa de jantar, se espreguiçou e lentamente veio andando para junto da humana que considerava sua dona. Percebendo que ela segurava um pedaço da ave em uma das mãos e deixara um naco no prato, acelerou e rápida como um raio, deu um pulo em seu colo, abocanhou inteirinho o frango e saiu lépida em direção a sua caminha, para devorar a delícia.

Ah, os prazeres de um bom prato!
Mas Filomena, em sua gula, acabou se esquecendo completamente do “não”, um comando que homens e cães conhecem há mais de dez mil anos, quando começaram a conviver juntos.

E lá se foi Filomena para o castigo, ficar no escuro no banheiro e pior, sem sua ave. Tudo bem, pensou, cachorros tem a vantagem de só viver o presente.

Logo, logo isso passa.


Autor do texto: vovô

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Estou de volta!









Andei sumida, não é?


Fiquei sem tempo para escrever e fugi por um tempo.

Mas... voltei!




Filó está uma graça, dengosa como só ... 


Sua vida mudou bastante: a Dê agora passeia com ela duas ou três vezes ao dia. Pedido da veterinária, pois a bichinha ganhou peso depois da cirurgia. Também, comer e dormir não é uma fórmula vitoriosa de saúde pra ningém, nem para humanos, quanto mais para cachorros!

Filó cresceu, está muito carinhosa. Mas também sabe rosnar e latir como ninguém. Bastou fazer barulho no corredor, na rua e pronto: late, briga, rosna. Como seu latido é forte, chega a assustar as pessoas.

No entanto, toda essa animação acaba quando a pessoa que chega traz algum tipo de comida. Aí é toda amiguinha... Pode ser o entregador de pizza, do supermercado, desde que tenha "aquele" cheirinho que ela identifica de longe.

Aí se torna acolhedora e só falta falar: "Seja bem vindo. Pode entrar que a casa é sua!"



Por isso, ganhou o apelido de ...
"Cã de Guarda".
Pode?



sábado, 29 de agosto de 2009

Fui castrada! OOOps! Desculpem: histerectomizada!

 

Olha só a minha pôse após a cirurgia...

Foi uma dificuldade só para decidir pela operação de castração. OOps! Desculpem: pela histerectomia! Denise e vovô Junior morriam de peninha. O resto da torcida era a favor, a fim de acabar com o terrível "pinga pinga" de sangue pela casa nas menstruações. 

E, a grande adesão: a veterinária Bia defendeu a castração alegando que protege o animal contra o câncer de útero, comum em sua raça. Aí houve um desequilíbrio nítido de forças a favor da cirurgia. Ficou ainda bem mais facil quando entrou na história a Ana Carolina, veterinária que surgiu como fada para operar Filó! Mesmo assim, na véspera da cirurgia ainda se ouviam pela casa os suspiros e sussurros: coitadinha!

A cirurgia foi tranquila! Logo depois, ainda grogue, realmente deu peninha, mas logo logo logo ela se recuperou.E a recomendação era clara: deixe que ela se levantará e se alimentará sózinha quando se sentir melhor. Não deixe que pule durante 10 dias até retirar os pontos. A família em volta: está bem? dormiu? acordou? fez xixi? fez cocô? está com cara de dor?  

No outro dia, Filó já caminhava pela casa, ainda lentamente e cercada de carinhos. Mas, do segundo dia em diante...

Esqueceram de dizer pra Filó que ela não podia pular! Aí começou o corre corre: tampam-se as cadeiras, sofás... Segura Filó... E a paciente, nem aí... Brincava, corria feliz pra lá e prá cá, dando aulas de recuperação saudável.

Não poderia deixar de falar do carinho da mamãe Denise. Até a tia Mariana, cirurgiã pediátrica, imbuída do espírito de tia da Filó, se transformou numa dedicada enfermeira canina, revezando com Denise nos cuidados, curativos e depois retirando os pontos. 

Bem, todos suspiramos aliviados e ela está ótima... os pêlos estão crescendo recobrindo a cicatriz e nem se nota a cicatriz.

Agora vejam esta linda foto feita pelo vovô e digam a verdade: ela estava ou não posando para o fotógrafo???

Linda, Filó!!!

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Bo: um amiguinho muito importante


Esta é a foto "oficial" de Bo, cão da família Obama, divulgada hoje pela assessoria da presidência dos Estados Unidos: ele posou nos jardins da Casa Branca.



Chique, heim?

É isso aí, Filó: 

Aprenda, pois quando nos tornarmos a "1ª família", 
você estará treinada para sua foto oficial!!!

sábado, 30 de maio de 2009

Filó - por Carlos Emerson Junior



Filó foi ideia de minha filha mais nova, quando foi morar sozinha. Inicialmente teve o falecido Lulu, que com problemas renais congênitos, não durou mais do que 5 meses, coitado.


Depois dessa traumática experiência, pensamos que o assunto estivesse encerrado. Que nada, a menina é igual ao brasileiro do Lula, não desiste nunca. E apareceu com mais um daschund, desta vez preto e muito medroso.


Cachorro medroso é um porre: late para tudo e corre para procurar proteção atrás de você. Ou embaixo de sua cama. Ou até mesmo, dentro do seu guarda-roupas....


Aliás, Filó é fêmea e aí descobri que elas também menstruam, com a agravante do ciclo durar cerca de um mês e a cachorra não aceitar de jeito algum usar qualquer tipo de calça descartável ou coisa do gênero. Resultado: poltronas, sofás, camas e cadeiras tem que ficar protegidos e gotinhas de sangue pelo piso todo.... é dose.


Mas tem suas compensações. Você chega em casa, cansado e/ou aborrecido e lá vem ela demonstrar sua alegria e amizade, aos pulos, latidos e choros. Nunca mais usamos despertador, já que às seis e trinta, infalivelmente, Filó adentra pelos quartos para acordar todo mundo.


E na hora das refeições ? É a primeira a chegar e, claro, a última a sair, não sem antes se equilibrar em pé sobre as patas traseiras para ver se realmente não tem mais nenhuma comida na mesa. E olha que ela só ganha uns miolinhos de pão e, de vez em quando, uns pedacinhos de frango. Comida de cachorro é ração! Mas acho que para ela o importante é a reunião da família e a esperança de sobrar alguma coisa mais apetitosa, sei lá.


Enfim... sempre falo que quem tem Filó em casa nunca fica só ou entendiado. Sair com a cachorra para passear significa conversar com diversos donos de outros cachorros. A maior social!


Fica aí a foto da Filomena, feita lá no Rio de Janeiro, onde ela mora, na semana passada. E confesso que aqui na serra é que sinto como ela faz falta.


Um bom final de semana para todos os amigos!




Foto: Carlos Emerson Junior

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

terça-feira, 30 de dezembro de 2008




A festa de natal foi muito bonita e a Filó se comportou muito bem: brincou com todo mundo. Bem, menos com a Tuta, com quem ela implica.


Ficou muito bonita com sua roupa de Natal. E na hora da distribuição dos presentes latiu muito. Ganhou um lindo brinquedo e ao final, desmaiou de tão cansada.


Publicarei algumas fotos assim que estiverem comigo.


Boas Festas!

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Saudades



Denise viajou para os EUA por 10 dias e Filó ficou conosco. estranhou muito no início mas depois foi gostando da mordomia - ficamos no Rio especialmente para cuidar dela.


Ficou carinhosa, aninhada ao nosso lado. Adorou sair para passear, mesmo nos dias em que voltamos correndo por causa da chuva.


domingo, 21 de setembro de 2008

Boa vida, heim, Filó?



Estamos em Nova Friburgo, cidade serrana próxima ao Rio de Janeiro e aqui está muito frio, com temperaturas mantidas abaixo de 10º.
















Aqui são numerosos os cães de rua, vira latas, perambulando pelas ruas e à mercê das condições do tempo.


Ainda bem que existem muitas pessoas que ajudam, protegem e alimentam estes animaizinhos.


E olhando para eles, não pude deixar de pensar na Filó, sempre mimada e protegida por todos da casa. Com muito menos frio, mas com muito mais carinho...




Não seria bom se todos os cães tivessem o mesmo carinho?
Quem sabe, um dia...
Sorte sua, Filó...

domingo, 10 de agosto de 2008

Minha coleira nova

Denise viajou e Filó ficou conosco por 10 dias. 
No início estranhou, mas pouco a pouco se adaptou à nova rotina.
Ontem, saímos para passear, mas ela não parecia animada para sair de casa
.



De coleira nova, vermelha, segundo a última moda - confortável e segura - mas, acho que preferia ficar em em casa.
E se aconchegou no sofá...








Ninguém conseguia tirá-la!











Mas no final, depois de muito esforço, saiu toda animada, rebolando seu bum bum preto, roliço e gordinho.Mas, após a habitual parada para o cocô, caiu a maior chuva e tivemos que voltar.



domingo, 6 de julho de 2008

Este texto tirei do Blog do vovô CEJunior


Pois é... segundo os cientistas da Universidade da Pensilvânia, nos States, eu tenho em casa a cadela mais feroz do mundo, muito pior do que o Pitt Bull, Rottweiler, Doberman e outros menos votados. E a coisa é séria (eu acho...): um de cada cinco daschunds (a raça do salsicha) já atacou ou tentou atacar estranhos e um a cada 12 já encarou o próprio dono!!!

Um cão assassino, sem sombra de dúvida. E, por via das dúvidas, já pedi para minha filha providenciar focinheiras e placas com aquele aviso: "Cão Feroz: Não Entre".

Aliás, pela pose da Filó na foto vocês podem constatar sua ferocidade!!


Fonte: Portal G1
Foto: Carlos Emerson Jr.

Visite o Blog do Cejunior

domingo, 1 de junho de 2008

Filó está menstruada

É sempre uma surpresa!

Como os ciclos demoram muito, a gente esquece. Mas, de repente, não mais do que de repente, ela fica “molinha”, meio “caidinha” (tá bom, passa logo) e surge o primeiro pingo no chão. E outro, e mais outro...

E começa também a história de sempre. Denise coloca a calcinha nela, ela fica amuada, quieta, nem consegue se mover. Aí, some, se esconde e minutos após, aparece, feliz,saltitante, tremulando o rabinho em velocidade quase supersônica para anunciar que tirou tudo!

Mas nem precisa avisar: as gotinhas de sangue no chão denunciam...

Morremos de inveja das cadelinhas que desfilam na Praia de Copacabana: são vestidinhos, lacinhos, sapatinhos, em modelos perfeitas, orgulhosas de sua elegância.

E Filó?
Ah!... Filó... basta colocar uma roupa ou um laço que seja para que ela fique agoniada. Primeiro se sacode e depois fica imobilizada. Não anda, não se mexe, concorrendo com as estátuas vivas que volta e meia aparecem em Copacabana.

Desde pequenina sempre foi assim: a gente trazia uma roupinha toda catita e acabávamos tirando pois sua imobilidade era tão grande que dáva pena! Com o passar do tempo, foi crescendo e aprendendo que podia tirar a roupa sozinha, sem grande esforço.

Daí pra frente, ficou impossível vestir Filó. No carnaval, no desfile do BloCão, era a única sem fantasia... Nem ao menos para comemorar as vitórias do Flamengo, time da Dê, ela aceita a camiseta rubronegra.

Já sabemos que será assim e nos preparamos todos para o périplo, num rodízio digno de uma corrida de revezamento: sempre que cada um de nós a vê sem calcinha, torna a colocá-la. Mesmo assim,a casa se modifica, com móveis cobertos e pano molhado sempre à mão.

Obrigada, Filó: com você ninguém morre de tédio!

sábado, 24 de maio de 2008

O amigo Joca


Quero apresentar para vocês meu amigo Joca, lá do Sul, mais precisamente de Porto Alegre, do Estado do Rio Grande do Sul.

Gaúcho legítimo, pícaro e que "vai aos pés" sempre no lugar certo!


Bem-vindo,
João Carlos Baddo Grande,
ao Blog da Filó!



domingo, 11 de maio de 2008

Filó está com micose!

De repente, não mais do que de repente...

Primeiro, foi a cor do seu pêlo que começou a mudar. Uma coisa leve, discreta, que não dava para explicar, mas que de alguma forma estava diferente. Depois, vieram as “pipoquinhas” em sua pele: uma aqui, outra ali. E a veterinária confirmou: era micose! Junto com o diagnóstico vieram os remédios, shampoo especial, banhos , etc. Mas o pior foi o comprimido que veio com a indicação de ser tomado diariamente por vários dias.
Todos achamos que ia ser moleza. Filó não pode ouvir nenhum barulhinho que possa lembrar algum tipo de alimento e em segundos, como um raio, já está ao seu lado, com olhar pidão (às vezes mais do que um olhar) querendo provar, seja o que for.
Mas na hora do remédio, quem disse? Inteiro? Era cuspir na certa...




Misturado como miolo de pão? Parecia que ia dar certo, mas nada feito! Ela conseguiu a proeza de engolir o miolo e cuspir o remédio!
Denise, pacientemente tentou de tudo até descobrir que misturado num determinado tipo de ração pastosa ou com banana, ela conseguiu engolir... E, passados 3 dias, já se nota a melhora: sua penugem está recuperando o brilho e a cor, “negra como as asas da graúna”!
Não sei se foram tiradas fotos...
Mas, aproveito o dia de hoje para mandar um beijo especial para Denise, que soube ser mãe no momento que Filó precisou dela. No momento em que a inocência animal da Filó nem sabia que precisava de ajuda.
Tenho certeza que hoje, Filó dedicará uma lambida especial para a Dê!
Feliz dia das mães !

sábado, 3 de maio de 2008

Viajando para Nova Friburgo







Em sua primeira viagem para Friburgo, Filó se comportou muito bem. Correu, cheirou, pegou muuuitos bichinhos, brincou. O melhor de tudo foi ficar na varanda observando o movimento do condomínio.

Subir escadas, por exemplo, foi fácil de aprender. Mas descer...
Aí tudo mudava de figura: postava-se no alto, piava, gemia, ensaiava, e nada!
Mas. ao conseguir descer, logo se esquecia. Subia novamente, animada, aos saltos.



Na hora de descer, começava outra vez: gemia, piava...


No final, já estava íntima da casa: parecia a dona!
Parece que gostou da experiência: passeou na rua e na praça, correu atrás dos insetos e descobriu muitas novidades.


Ao final, voltou para o Rio com a Denise e com a Deni, cansada e feliz.

sábado, 26 de abril de 2008

Acordando, quando na verdade queria mesmo era continuar dormindo

Aprendi uma coisa: não dê bola para seus protestos e ela sossega rapidinho.


Hoje Filó me acordou pontualmente às 6 horas da manhã. O problema é que eu havia dormido às 2:30, mas isso seu relógio canino não computa.
Não reclamei, pois até me interessava acordar cedo (bem, nem tanto) mas como estava sem a menor vontade de levantar, demorei para responder e para finalmente conseguir abrir os olhos - primeira dificuldade já que os meus sonhos teimavam em me abandonar.
Vencida esta primeira etapa, comecei a operação acordar o corpo. Não que a mente já estivesse totalmente desperta, mas certamente melhor do que o resto do meu corpo.

Aí me lembrei de um disco - sim, senhores, disco, long play ou LP(!) que ouvira em criança (há muuuito tempo atrás) que tinha função de relaxamento. Na época, achei muito chato, mas de alguma forma me impressionou, tanto que lembro até hoje.

Uma música tocava ao fundo, se não me engano, "Noturno" de Chopin. Ao mesmo tempo, uma voz soturna dizia: vamos começar relaxando as mãos... música... e a voz continuava: pense que seus braços estão soltos, muito leves, música...tranquilos, música... flutuando, música...relaxe mais, música... relaxe mais, música... E assim ficava , repetindo, repetindo, minutos seguidos que me pareciam horas. E passava então às mãos, ombros, pés, enfim, uma eternidade!
Por que me lembrei deste disco?

Porque eu me sentia ao contrário: acordem braços, acordem mãos, acordem pernas...

E ao invés de Chopin, era Filó quem me estimulava, chamando, ganindo baixinho e pulando em volta da cama. A sua energia já me cansava!
Levantei finalmente e ela resolveu ter um ataque de carinho explícito, como de hábito. Eu estava acordada, mas nem tanto, é claro! Nem consegui reagir.
Aí percebi: ela foi ficando calminha, calminha, se aninhou comigo, sentamos juntas no sofá da sala e, desabamos: dormimos bons e longos minutos juntas.
Acordei renovada, ainda a tempo para meus compromissos e para receber seus carinhos e retribuir "cão"dignamente.
Então é assim?
Não dê bola, que ela fica tranquilinha?

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Minha amiga Bebel

OU...



"Nunca te vi, sempre te amei"...





Eu fiquei no Rio de Janeiro no feriadão, com a Denise.
Enquanto isso, em Friburgo, mesmo que digam que não sentem minha falta, fotografaram a Bebel, cachorrinha do vizinho!
Dizem que ela é parecida comigo.
Eu, particularmente acho que sou mais bonita!
O que vocês acham?

domingo, 6 de abril de 2008

A viagem da mamãe

Denise viajou e Filó está sentindo sua falta.



Não posso dizer que está se comportando mal.
Muito pelo contrário, está tranquila, amorosa. No entanto, mais do que nunca está muito atenta aos barulhos próximos à porta de entrada do apartamento. Ao menor sinal de ruído, late, late muuuito e bem alto.
A impressão que dá é que ela sabe que não é a sua dona chegando, mas quem sabe? Como se diz, a esperança é a ultima que morre.
Resolvi que ia arrumar o quarto da Denise pois estava uma bagunça. Ela ficou o tempo todo comigo, cheirou tudo. Haviam muitas roupas jogadas no cabideiro, na mesa, enfim... Resolvi ganhar tempo, juntá-las todas e deixar no quarto de serviço até que pudesse separar devidamente o que era para lavar, o que bastava passar, etc.
Voltei para o quarto e retomei o trabalho. Nem sabia por onde começar! Era um monte de papel, notas fiscais velhíssimas, restos de comida, muitas caixinhas de remédios (vazias), etc. Perdi a noção do tempo, mas em um determinado momento notei a falta da Filó.
Como sempre falo, cachorro é igual criança, quando some ou fica muito quieto, cuidado, está aprontando! Fui procurar e onde ela estava? Quietinha, cheirando (e bagunçando) os sacos onde eu havia deixado as roupas da Dê.
Perdoei, não é?


Afinal, acho que ela estava matando saudades...


No final, tirei esta foto, que é especial para Denise. Pena que não ficou muito boa e não dê pra ler. Na almofada vermelha que comportadamente a Filó não empurrou e posou como uma "top model", está escrito:

"Amo você"